Eu não sei exatamente o que uma mulher sente ao tentar humilhar uma outra, pois não faço isso com freqüencia. Geralmente se preciso humilhar ou magoar alguém, cruz credo, meto o dedo na ferida sem dó, pois detesto mulherzinhas metidas à besta (vindas do ralo ou do vinho), as que se acham as "salvaguardoras do universo" (só Deus sabe o que se passar entre as quatro paredes mal oxigenadas desse tipo de cérebro...) e, principalmente e acima de tudo, aquelas que acham que sabem alguma coisa e que a partir desta precária presunção intelectual, tentam convencer os outros de sua sapiência, apesar de que precisam necessáriamente humilhar os outros para se sentirem superiores. Essas são seres dantescos, caricaturas humanas desprezíveis, detentoras do meu desprezo profundo.
Alguém sábio não precisa ficar exibindo indecentemente sua sapiência e sequer humilhar o menos conscientes para ensinar. Quem sabe mesmo sequer tem tempo ou necessidade de ficar "catando piolhos" em bunda de vaca, esse está a fazer algo de produtivo para o mundo e não só pra si mesmo... A partir deste meu parâmetro consigo ver de longe aquele tipo de gente sacana, onde o pseudo-sábio, na tentativa de mostrar sua sapiência, inclui no diálogo aquele jeito de acariciar batendo. É o tipo de pessoa que te daria um beijo e em seguida um soco na cara, apenas com a intenção de "ajudar". Desse tipo de maluco e maluca quero absoluta distância. Fique longe você também de gente assim, são vampiros.
Sempre me dei melhor com a ala masculina. Meus melhores amigos de escola eram meninos e tive poucas gurias com as quais mantenho e mantive um contato saudável, sem as intermináveis "guerrinhas podres femininas" de vaidade, inveja, presunção e exibição. Elas sempre me cansavam a beleza por serem desprezíveis, vazias, incultas e metidas (sem que tivessem sequer qualquer tipo de qualidade excepcional que as fizessem melhor do que ninguém, diga-se de passagem), enfim, mulherzinhas chatas e cansativas e completamente sem assunto. Esses tipinhos inseguros não conseguem manter diálogo algum, pois num dado momento percebem o quão são fúteis e superficiais, daí o pavor toma conta e elas precisam "fugir" do que se pretendia uma amizade.
A Ana tem mania de dizer (já disse prela que é um mantra negativo e talz...) que amizade tem "prazo de validade". Sei lá, ainda discordo, não sou Poliana (vaderetro!), mas acho que tudo depende de si mesmo, e isso começa na escolha daqueles com quem se quer manter contato. Esse é o mistério, eis a salvação!!!









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