Já terminei de ler o Código Da Vinci... Deu uma pena, sabe o livro que não se gostaria de terminar nunca de ler? Pois é, esse foi um "desses" pra mim, apreciei muito. Não vou dizer aqui que o cara é o máximo, hoveram tantos lapsos na tradução que empobreceram a narrativa, mas é preciso dar desconto, afinal, eu preferi lê-lo em minha língua mãe. Nem sempre o original em inglês traz aquele prazer imediato, ler é cansativo sim. Enfim, fora isso, foi como estar num filme mesmo, o livro foi escrito descaradamente como que para um script cinematográfico, está ali, notóriamente contundente.Só duas coisas me decepcionaram profundamente logo ao chegar o fim da narrativa: o modo como ele "decifrou" o último codex (na Temple Church) e o último parágrafo do livro. No primeiro, acho que por causa da tradução pobre, houve uma dificuldade horrível de dar senso ao modo como ele, de repente e do nada, desvendou a charada do útlimo codex. Aquele lance de decifrar o "orbe da sua tumba ausente" - orbe: esfera, globo, corpo celeste, terra, globo terrestre/Amora - do modo como foi feito, sei lá, ficou totalmente sem sentido nenhum!!! E as charadas anteriores foram tão bem resolvidas, pena que nessa, a última e mais importante, me parece ter sido feito com "pressa". Já o final, poxa, o final merecia muito mais... Ele nos mantém num ritmo alucinante e o fim é como uma freada brusca numa noite mal iluminada e escura...
Ainda estou no vigésimo e pouco canto de Dante... O inferno é um inferno mesmo!!! Cruz credo. Baixei todos os E-books da ebooks. Vira e mexe aqui no pc dou uma lida em algo, como já disse, é um vício maravilhoso. Só não gostei do ebook da Microsoft, que mala!!!
A foto quase nada tem a ver com texto, caso você esteja se perguntando que diabos está fazendo essa mulher rechonchuda no meu post... É o lance da "sentada". Meu caro, tudo é tão relativo, mas nada de ser relativista, basta a relatividade de Einstein. Ela está ali, só isso, uns a acharão rechonchuda demais, outros a acharão um tesão. Ela pode ser você, pode ser aquela e pode até ser "eu", mas é apenas uma foto. E a função da foto é incendiar sua concepção do que é "belo". Ao menos por fora. Pra ser sincera, eu gosto de lidar com o sexo masculino, os homens são tão descomplicados, tão "eles". Posso brincar, posso horrorizar, posso brigar, cuspir e gritar, mas todo homem sabe onde e como parar. Homem não leva mulher a sério, nem a sua própria quiçá as que considera amigas. Dizem que homem e mulher não podem ser amigos, que baita besteira! Só podem. Só falta eu por um rechonchudinho sentadinho no meu post :-)
Não pára de chover... Agora só falta o vento e as folhas a cair, pronto, aí carimbaremos de vez o Outono na Alemanha. Tudo voltará a ser dourado, as árvores hão de despir-se de suas folhas, mostrando seus caules desnudos, seus galhos desprotegidos. O chão tornar-se-á um tapete de folhas amarelado com alguns tons de vermelho-sangue. Será, finalmente, a hora do café da tarde com Apfelkuchen e café brasileiro nas dezenas de Cafeterias e Kneipes da cidade. As mulheres vestirão mais uma vez seus casacos escuros e pesados, sempre com seus coletes de lã com golas rolê altas a esconder o pescoço. Época dos chales e boinas francesas. Ruas elameadas só a espera da neve a lhe cobrir os canteiros. Pôr-de-sóis alaranjados, avermelhados e cor-de-rosas ao mais profundo púrpura hão de se deitar no horizonte da cidade, e a rua da Universidade, talvez a mais bela de todas, há de se tornar "O Caminho Amarelo", pois as árvores do caminho, douradas no Outono, a transformam numa rua de sonhos, com seus plátanos amarelos em ambos os lados... Outono, ah, o outono a chegar...









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