(texto recebido por email por Jan Lopes)
No livro Memory and Dreams: The Creative Human Mind (ISBN 0813531306) o matemático australiano Dr. George Christos, especializado em redes neurais, apresenta uma teoria que associa a chamada Síndrome de Morte Infantil Súbita aos sonhos. A síndrome sempre foi um mistério já que os médicos não conseguem determinar a causa do óbito.
Baseando-se nos estudos acadêmicos do sono que mostram que os adultos podem parar de respirar quando sonham que estão debaixo d'água, o matemático sugeriu que a causa da morte dos bebes está na mente. O cientista acredita que eles sonham que ainda estão no útero materno e assim deixam de respirar pelas narinas.
O Dr. Christos sugere que os pais passem a criar um ambiente de sono que não leve a memória da criança a reviver a fase da vida intra-uterina. Uma das maneiras seria deixar um aparelho de som ligado baixinho ao lado do berço, fazendo algum som que não tenha nenhuma relação possível com o aconchegante ambiente do útero materno.
Clicando aqui ou no título, você será levado a um site com informação mais detalhada ainda sobre o assunto.
Aqui um link falando sobre como é importante o bebê dormir de costas ou de lado, evitando assim deixá-lo dormir de bruços.
Aqui, leia sobre O Sono dos Bebês.
Achei interessantíssimo o tal cientista levar em consideração a questão do sonho como causa da fatalidade. Muitos ainda insistem em afirmar que os bebês não têm como sonhar antes dos 6 meses... Mas como eles têm certeza disso?! Particularmente, acho que já sonhamos mesmo antes de nascermos... E o sonho em si não é apenas uma 'capacidade cerebral', mas uma função para-cerebral, ou seja, para-física!
E se formos levar em consideração as questões da memória levantadas pelo Cury, bem, aí não deveríamos esquecer o quão é importante evitar a agressividade com os bebês, recém-nascidos e crianças pequenas. Pois elas hão de digerir esse medo nos sonhos! Nisso não há dúvidas ou você nunca sonhou em que estava gritando, chorando ou sofrendo? Ou que tentava gritar, mas não tinha voz, uma sensação de pânico e impotência incomensuráveis? Sei lá, acho que o cientista, quem sabe, está enveredando finalmente por um caminho mais simples e, contundentemente, bem mais lógico!









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