Agorinha saio eu em frente ao Boteco;
Rua, o quão linda me pareces agora!
Para a direita ou à esquerda, ambas trocadas;
Rua, agora compreendo, estás embriagada.
Mas que cara inclinada é essa a sua Lua?
Um olho aberto, outro fechado;
Estás embriagada, isso me é claro;
Envergonhe-se, envergonhe-se, sua velha Companheira!
Primeiro as lanternas - o quê preciso ver! -
Nenhuma delas consegue mais direito permanecer;
Tochas assombradas pela cruz e pela travessa,
Tudo me parece pesadamente embriagante.
Tempestiosos anéis, pequenos e grandes;
Passeio soberbamente sozinho por esse caminho?
Começo a pensar atrevidamente que sim;
Então prefiro voltar ao Boteco sozinho.
Tradução especialmente para "Errante Navegante" ou IP 200.158.211 (SP). Acalme-se, e leia agora em português, quem sabe a sua arrogância (leia o significado da palavra no Aurélio, assim você a usará melhor no futuro...) deixe você menos burra daqui pra diante...
PS: Coitada. Parece até uma outra aí... Salvando meu blog "traduzido" no desktop! AHHAHAHAHAHAHA Essas mulherzinhas me fazem rolar de rir ^__^
PS2: Se EU quiser postar poema em CHINÊS no MEU blog EU posto! Não há ninguém nesse mundo que me impeça disso... Sinceramente? Ah, e o TEU blog ninguém, bem, é um lixo. Aprenda a se esconder direito...
Outra. Quando Ciça, Sandrali e Pedro se mexem para escrever um comentário positivo em relação a mim (e as duas primeiras me conhecem há anos!), sinceramente, nem preciso declarar minha defesa neste blog. Obrigada!
Grad aus dem Wirtshaus
Grad aus dem Wirtshaus nun komm' ich heraus;
Straße, wie wunderlich siehst du mir aus!
Rechter Hand, linker Hand, beides vertauscht;
Straße, ich merke wohl, du bist berauscht.
Was für ein schief Gesicht, Mond, machst denn du?
Ein Auge hat er auf, eins hat er zu;
du wirst betrunken sein, das seh' ich hell;
schäme dich, schäme dich, alter Gesell!
Und die Laternen erst - was muß ich sehn! -
die können alle nicht grade mehr stehn;
wackeln und fackeln die Kreuz und die Quer,
scheinen betrunken mir allesamt schwer.
Alles im Sturme rings, großes und klein;
wag' ich darunter mich nüchtern allein?
Das scheint bedenklich mir, ein Wagestück;
da geh' ich lieber ins Wirtshaus zurück.
Heinrich von Mühler
(1813-1874)









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