Ontem andei pensando o quanto política fede em qualquer lugar desse planeta... Quando começo a analisar a política aqui na Europa a vontade é de vomitar. Se paro e me recordo do antro de corrupção que é o Brasil, meu Deus, dá até medo de voltar a morar lá. Mesmo que essa seja a meta minha e do maridæ, dá uma náusea só de pensar nesse aspecto pavoroso do cenário brasileiro.
Não tenho nada contra a Turquia, mas sejamos sinceros, qual é o REAL fator para esse desespero da EU em adicioná-la ao bloco Europeu? Qualquer pessoa, com o mínimo de educação sabe, a Turquia pertence geográfica e históricamente à Ásia Menor. Isso sem se falar no aspecto religioso! É tudo tão óbvio que sinceramente não dá pra entender. Como dizem que uma pessoa inteligente consegue sintezar um tema complexo com uma tacada magistral de simplicidade, aí vai minha tentativa: Interesse comercial. Ou falando em outro idioma: Dinheiro, bufunfa, grana, verde, grama, gás...
A câmara de comércio alemã é uma das maiores incentivadoras para a junção da Turquia à Europa. Por quê? Porque a mão-de-obra lá é baratíssima, porque há toda uma agricultura a ser modernizada, porque existe terra e consumidor de sobra para angariar. Hummm, sei não. Será? Li que a EU terá de, assim que o período de integração começar, desenbolsar anualmente a quantia nababesca de 70 milhões de euros para a Turquia! Gente, e aqui na Alemanha, pobre de marré de si, já cortaram o "Weihnachtsgeld" dos pobres dos Beamter pro ano que vem, ao menos aqui na Baixa-Saxônia. Vão cortar gastos a rodo e isso significa fechar centros comunitários, esportivos e que atuam na comunidade, dando apoio, principalmente, a juventude mais pobre e estrangeira. Sem contar com a nova política imigracional que implica, acima de tudo, em aumentar o custo de cursos de alemão para os imigrantes. A Alemanha está na bancarrota! A Regenwaldhaus aqui em Hannover só tem previsão de manter-se funcionando por mais 3 meses, pois a empresa que a controla declarou falência... Tá todo mundo falindo aqui na Alemanha, todo mundo FALIDO.
O alemão já não gasta como há muito e, atualmente, nem sequer mais consegue economizar... Os encartes das grandes lojas de eletro-eletrônicos já se igualaram ao Brasil! Ao invés de mostrarem os preços completos (como sempre foi), mostram apenas as prestações em milhares de vezes... Fazendo aquele jogo do engana bobo tão comum no nosso país. Uma geladeira por mais de mil reais, mas que, dividia em zilhões de vezes (com juros estupradores), fica com uma "prestaçãozinha" de 20 reais. Como diria o bandido carioca: PERDEU! PERDEU! PERDEU! A ALEMANHA SE F*! E como diria o Millôr: A Europa vai é se fuder....
Então, nessa situação dantesca, pois a Alemanha é um mero exemplo do que rola por toda a Europa, a resseção é geral, ao invés da EU olhar pro próprio rabo e resolver seus próprios problemas, não, resolve desviar a atenção para essa delonga demagógica que é aderir a Turquia a EU... Sem se importar com todos o fatores sociais que envolverão futuramente tal consumação do fato. O primeiro é bem simples: Religião. Aqui já ouvi alemão, como o fedorento do Westerwelle (FDP - ou Filho Da Puta, um partidozinho daqui, sabe), declarando em público que a Europa "não é cristã"... Entre os políticos mais demagógicos e nojentos que existe por aqui está a campeã de macacadas, a Claudia Roth. Simplesmente não a suporto. O que eu vejo, clara e abertamente, é uma campanha esplícita para erradicar o catolicismo da Europa. Só mais um exemplo pra você. Numa reunião de professores numa cidade da Itália, ficou decidido que, nesse ano, não seria feita uma Gruta de Natal na Escola, onde o simbolo da Igreja DE Roma e do catolicismo romano poderia perturbar os alunos muçulmanos... Releia.
Vem cá, me diga aí, será que alguém na Turquia deixaria de comemorar qualquer festa islâmica que fosse com pena de perturbar os pífios católicos que por lá ainda vivem? Será que perguntaram para os Armênios (católicos), antes de chaciná-los, se não lhes seria interessante mudar de credo? Que nada. O que está rolando aqui na Europa é uma onda estranhíssima de repúdio à própria origem e aos próprios sedimentos básicos do continente Europeu. Como eu mesma diria: SINISTRO.









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