Dezembro 18, 2004
Explicando ao marido alemão...

Se algum dia eu viesse a publicar meu diário, desde o dia em que conheci meu marido, com certeza, esse assunto estaria entre o mais polêmico de todos ;) Talvez você que já tenha namorado ou se casado com um alemão (ou nórdico) já tenha passado por isso: "Mas que diacho de nome de semana estranho esses que vocês têm!" ou então "Mas não há o menor sentido a semana começar na SEGUNDA!". Coisas que venho ouvindo nesses 4 anos de relacionamento. Nunca havia conseguido explicar cem porcento a razão da nossa semana ter realmente os nomes que tem. Pois o Márcio Bueno chegou para alegrar minha vida e, acima de tudo, a minha curiosidade em Philologie =) Se você também já passou por isso com seu marido germânico, aproveite o texto e dê uma aula para ele... Sem contar que o nosso calendário semanal é um exemplo de cristandade (nesses tempos de hoje, praticamente uma benção divina...), segundo a Igreja Romana, claro :-) Buenas, pra ser sincera, tá bem mais pro meu gosto!




A divisão do calendário em períodos de sete dias já fazia parte de algumas culturas, como é o caso da judaica, desde a mais alta Antigüidade. No Velho Testamento, cada dia da semana é associado a uma fase da criação do mundo - o sétimo dia (SÁBADO) é o dia em que o Senhor (Deus) descansou. A escolha de sete dias pode ter sido influenciada pelo tempo aproximado de cada uma das fases mais conhecidas da Lua. Aos poucos, os romanos também passaram a adotar esse sistema, o que teria acontecido um século antes de Cristo ou, segundo alguns autores, só bem mais tarde, por influência dos cristãos. Mas, diferentemente dos judeus, os romanos consagraram cada dia da semana a uma divindade de sua mitologia, na seguinte seqüencia: Sol, Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter, Vênus e Saturno (Deus do Tempo). Essas divindades eram representadas pelos únicos astros que os romanos viam se movimentar no firmamento, sistema que foi seguido por praticamente todas as línguas européias. As antigas denominações latinas era as seguintes:


Primeiro: Solis Dies [dia do sol]

Segundo: Lunae Dies

Terceiro: Martis Dies

Quarto: Mercurii Dies

Quinto: Louis Dies

Sexto: Veneris Dies

Sétimo: Saturni Dies


Por influência dos romanos, línguas do grupo germânico também acabaram adotando o sistema. Só que, do terceiro ao sexto dia da semana, os deuses não eram comuns. Então eles trocaram os deuses romanos pelas divindades nórdicas correspondentes (veja o quadro). Entre essas línguas se incluem o alemão (deutsch), o inglês, o holandês, o sueco e o norueguês. Como os dias eram consagrados a divindades "pagãs", os cristãos romanos adotaram, no calendário litúrgico, um sistma enumerativo: prima feria, secunda feria... até sexta feria, mantendo apenas na denominação do último dia da semana o tradicional sabbatum (do Shabbat judeu, que significa "descanso"). No ano 321 d.C, o imperador romano Constantino I trocou a denominação de primeiro dia, prima feria, por Dies Dominicus [Dia do Senhor], considerando que esse foi o dia da ressureição de Cristo. Dies Dominicus é a origem do nosso "Domingo". E o dia do descando, que os judeus guardam no último dia da semana, o sábado, passou a ser observado pelos cristãos no primeiro, o domingo.


A Igreja Católica, especialmente depois de Constantino I, conduziu uma vigorosa campanha durante séculos para que todos os idiomas adotassem o sistema enumerativo. No século VI d.C., na faixa oeste da Penísula Ibérica, h oje Portugal, o arcebispo de Braga, São Martinho de Dume, condenava o sistema "de se nomearem por 'demônios' os dias que Deus fez". Esse foi o único ponto do Ocidente a adotar as novas denominações determinadas pela Igreja de Roma, pela força de São Martinho e certamente pela posição periférica e mais dependente da região. Todas as demais regiões, incluindo a própria península itálica, continuaram com as denominações antigas.


As línguas neolatinas somente aderiram à mudança do Solis Dies [dia do sol] pelo Dies Domenicus e do Saturni Dies [dia de saturno] pelo Sabbatum. Alguns idiomas do grupo germânico nem a essas mudanças aderiram. A adoção pela Igreja do sistema enumerativo, com o adendo de feria, que em português se tornou 'feira', ainda é motivo de muita controvérsia entre estudiosos. Afinal, em Latim, feria (mais usado no plural, feriae) nada tem a ver com trabalho, pelo contrário. Entre as definições do termo encontram-se: 'dias de descanso, dias feriados, férias; festa, regozijo público; descanso, suspensão do trabalho'. Alguns autores dizem que é porque Dies Ferialis [dias de festa de um santo] se contrapunha a Dies Dominicus. Para outros, no calendário litúrgico, feria significava o dia em que não se comemorava uma festa. Ou seja, seriam as 'férias das festas', dias de trabalho. Existem estudiosos, no entanto, que dizem estar o termo latino feria relacionado com ferre [levar]. Significava levar o gado e os frutos da terra para vender no Mercado (mais tarde, Feira). Era o dia de descando, porque para eles, só era considerado trabalho o que se fazia na terra, no campo.


O termo feria [féria] passou a ser também a quantia em dinheiro que se apurava no final das vendas, permanecendo até hoje com esse significado. Em português, no plural, passou a designar a interrupção do trabalho. No quadro, você observa todas essas explicações. Percebe-se que, à exceção da língua portuguesa, a maioria dos dias da semana de todas as demais línguas preserva o sistema Latino. Aliás, a mais fiel é a língua inglesa, que nem é neolatina. Como, de terça a sexta-feira, línguas germânicas fizeram a correspondência das divindades romanas com os deuses nórdicos, os nomes desses deuses aparecem entre parênteses no quadro.


Compre o livro e divirta-se, é ótimo!

Título: A Origem Curiosa das Palavras
Autor: Bueno, Márcio
Editora: Jose Olympio
Edição : 4 / 2003
Previsão de Postagem: 1 a 2 dias úteis
Mais informações sobre a postagem.
De R$ 33,00
Por R$ 31,30

Sinopse:
A ave que na língua portuguesa conhecemos como peru é chamada estranhamente de turkey [Turquia], em inglês, e de dinde [da Índia], em francês. Quais as razões dos nomes de três países diferentes, se não é originária de nenhum deles? Esclarecimentos de questões como essas se sucedem em todas as páginas do livro. No verbete ´cuba-libre´, são revelados os interesses políticos que motivaram a criação da bebida e do nome. O autor não economiza nas explicações, indo muito além da origem etimológica em si. Ilustrado com diversas fotografias, nos permite conhecer tanto personagens históricos quanto objetos que deram origem a palavras que usamos no dia-a-dia. No capítulo Influência Portuguesa, um momento de elevação da nossa auto-estima - o autor brinda os leitores com palavras de várias outras línguas (em japonês são dezenas), que tiveram origem em nosso idioma.


       Dezembro 17, 2004
"Seus dois filhos, de 23 e 25 anos, mãe francesa, não falam português. Aliás, mal tiveram contato com o pai, que foi um ausente – por bons ou maus motivos, isso é outra história. Não devem nem saber quem foi a Princesa Isabel. Diga Capitu pra eles e responderão Santé!

Ora, um homem que não transmite sua própria língua (ou seja, sua própria cultura) aos seus filhos é um homem que claramente não valoriza nem essa língua nem essa cultura. Ou melhor, é um homem que tem uma outra cultura." - Sobresites (de novo o Alexandre...)

E não é que acabei reencontrando esse texto acima do Alexandre? Quer dizer que "sinal de brasilidade" é saber quem foi Princesa Isabel? Ou saber quem foi Capitu (seja lá o que isso for)? Se os filhos do diplomata falecido (ou de qualquer criança com pai ou mãe estrangeiro, por associação) não falarem português está "na cara" que a cultura brasileira sequer foi passada aos mesmos...

A afirmação acima, a de que o pai que não transmitiu a "própria língua" aos próprios filhos é um apátrida, isto é, "homem que claramente não valoriza nem essa língua nem essa cultura" é não só absurda como extremamente inconseqüente. Como o Alexandre talvez nem tenha filhos ainda e muito menos é casado com uma estrangeira, está totalmente por fora da situação que é criar filhos numa família bi- ou poliglota! Fiquei pesando: e seu eu estivesse longe dos meus filhos, quem lhes passaria meu idioma (e supostamente a minha cultura)? Se eles estivessem vivendo aqui na Europa em companhia do pai, obviamente, ninguém! Isso significaria menosvalia para meus filhos? Não.

O próprio reafirma que o diplomata falecido era um "cidadão do mundo", um homem atarefadíssimo e em movimento constante. Quem passa o "idioma materno" (Muttersprache!) aos filhos é a Mãe! Quando numa família comum, com pai e mãe, pois é obviamente a mãe que mantém um maior contato com o bebê, etc. Não é à toa que o idioma que dizem que a criança possui "desde que nasce" é o da mãe, a língua materna [=Mutter-sprache].

Criar os filhos no estrangeiro só falando o idioma da mãe é tarefa difícil quando a própria mãe já fala o idioma do país para onde migrou, ou vice-versa no caso do pai. A língua nas ruas, na escola, na tv, em todos os lugares, fora o colo da mãe, é o idioma do país em que se vive! Isso não significa absolutamente que, caso a criança deixe de falar mais o português, a mãe a esteja se distanciando do Brasil, anulando a transmissão da cultura deste país ou coisa do tipo.

Meu filho fala muito mais alemão do que português, e português ele praticamente só fala comigo. Na rua e com o resto da família ele só fala alemão. E tem de ser assim mesmo. Não estou criando meu filho em Guetto nenhum, mas criando-o para o mundo e, acima de tudo, para se adaptar à sociedade onde ele está sendo criado. É uma criança integrada e adaptada ao sistema. Se comunica com todos à sua volta, consegue exprimir seus desejos a estranhos e não está fadada a ser vítima de preconceito. Sim, porque criança aqui que não fala alemão é vista sim com menosvalia, principalmente pela Escola. Crianças estrangeiras no Maternal ou Jardim de Infância que não falam uma palavra em alemão são um estorvo monstruoso para o sistema educacional alemão. E isso vem se agravando ano após ano, principalmente devido ao estúpido sistema de emigração e suas leis.

Meu filho maior, desde que aqui chegou, vem freqüentando, com a graça de Deus, aulas de Português e lá nesses encontros vejo que a totalidade das crianças fala mais o alemão do que o português. Os pais, casais de portugueses ou de portugueses casados com alemães, não pararam de falar português com seus filhos, mas com o adentrar à escola e a necessidade de contatos e amiguinhos, é simples, o alemão acaba se tornando a língua dominante. Muitas das crianças esquecem "como" se fala o português e os pais, a quase totalidade deles, fala fluentemente o alemão, um sinal de plena adaptação ao país. Aliás, os portugueses, os ibéricos em geral, são um povo maleável e afortunado, se dispõe a aprender sempre.

Não se tem como comparar, por exemplo, essa flexibilidade dos portugueses (me incluo aí no time) com a inflexibilidade latente dos imigrantes de origem árabe. A maioria não permite sequer aos filhos que se fale alemão ou se veja tv alemã em casa. Aprendem alemão com extrema dificuldade, pois as mães não freqüentam cursos ou são forçadas a ficar apenas em casa, assim não têm como ajudar os filhos nas tarefas escolares. Crescem super valorizando a suposta cultura dos países de origens dos pais, mas esquecem completamente que estão na Europa! Não aceitam ou sequer respeitam os valores da sociedade européia, permanecendo, inlcusive, cegamente condizentes com atitudes declaradamente ilegais na Alemanha, tal como o Casamento forçado, etc. Uma situação difícil e muito para a criança que acaba crescendo à parte da sociedade. Obviamente, existem exceções, como em tudo na vida.

Aí está a questão fundamental. Claro, para quem vive a realidade de se estar criando um filho no exterior! Meu filho não pode ser considerado um apátrida só porque não fala fluentemente (ou não fala mesmo) o português! Ele também não pode ser julgado como desconhecedor do país de sua mãe só porque não fala o idioma dela. Os filhos da minha tradutora que moram aqui, ambos já adultos, não falam português, mas sabem muito do Brasil. Ela, filha de alemães nascida aqui na Alemanha, foi levada para o Brasil ainda bebê. Lá cresceu e aprendeu ambos os idiomas. Acabou se casando e voltando a morar na Alemanha. Aqui vive de traduzir, os filhos falavam português até entrarem para a escola, a partir daí nem ela sabe explicar direito como o idioma "sumiu" do convívio familiar. Ela não criou raízes em São Paulo e nem visita o Brasil com freqüencia, mas não odeia o país, óbvio! Devo julgá-la uma apátrida que detesta o Brasil?

Acho que a dedução foi injusta e mal feita. Não ter conhecimento de um assunto dá nisso. Já basta a tensa pressão que sofre uma mãe ao criar seu filho num ambiente desses. É a família no Brasil exigindo que o neto, sobrinho, fale português e a família e a sociedade daqui querendo o mesmo!!! É muito difícil mesmo encontrar um balanço, uma orientação e uma mãe sem conhecimento do alemão, criando um filho aqui, a partir do ano que vem, vai ter problemas. O governo começou um onda de restrições e imposições aos estrangeiros, praticamente nos obrigando a aprender o idioma do país Alemanha, no mínimo. Portanto, é muito fácil criticar um cara morto sem nem saber direito os fatos reais da educação dos filhos dele e nem sequer saber, de verdade, o fundo de verdade nisso tudo. Se ele teve ou não sequer a oportunidade de passar aos filhos o português. Já que é pra "achar" então eu acho sim que o tal diplomata defunto falava português com os filhos, francês com a mãe e inglês no trabalho...



       Dezembro 16, 2004
FRASES


"Enquanto as pessoas inteligentes conseguem frequentemente simplificar o que é complexo, um tolo tem mais tendência a complicar aquilo que é simples."

"Qual a diferença entre a realidade e a ficção?
A ficção tem de fazer sentido."

"Mais vale ser decidido e arriscar estar errado,
que passar a vida angustiado e ter razão tarde demais."

"As grandes oportunidades de ajudar os outros raramente acontecem,
mas as pequenas surgem todos os dias."

"Nascemos com os olhos fechados e a boca aberta e passamos a vida inteira a tentar inverter esse erro da natureza."

"Sabemos aquilo que uma pessoa pensa não quando nos diz o que pensa,
mas pelas sua ações."

"A televisão pode dar-nos muita coisa, exceto tempo para pensar."

"Moralidade é simplesmente a atitude que adotamos
face a pessoas com quem não simpatizamos."

"Deus é como um espelho.
O espelho nunca muda, mas todos os que olham para ele vêem uma coisa diferente."

Um lugar passa a ser nosso quando sabemos aonde vão dar todas as estradas."

"A única forma de multiplicar a felicidade é dividi-la com alguém."

"Experiência é o que logramos alcançar quando não conseguimos
obter aquilo que queríamos."

Fonte:<



E a mais expetacular de todas:

"Aquele que não gosta de si próprio
geralmente tem razão"





       Dezembro 14, 2004
Sabem o que fazem 17 cariocas na porta do cinema?

- Estão esperando outro, pois o filme é para mais de 18!

(Puxa, que alívio! Eu já achava que fosse um arrastão.)



Vejam aqui. Piada de um português revoltado com brasileiro...

Der Rattenfänger von Hameln!!!


Qual mulher não é tarada por um sapato? Pois é, também sou =) O lance é que a moda aqui na Alemanha é muito estranha; bem estranha pro meu gosto, claro. Aqui a moda atual são sapatos, botas ou anabelas, com os bicos afuniladíssimos e compridos, lembrando aqueles sapatos góticos da Era Medieval.

Não há muita saída, caso você queira comprar um sapato "pra bater", por exemplo. As minhas botas maravilhosas da Fórum que trouxe, vítimas de um "mau olhado" do cacete, quebrou o salto e após uma passada pelo Sapateiro Turco daqui, pronto, nunca mais me deram estabilidade o suficiente para usá-las no dia-a-dia, os saltos ficaram "bambas". Só dá pra usar numa noite de saída pra cinema ou algo curto de ocasião, mas pra sair para ir ao centro, passear, etc, não dá mais.

Semana passada foi aniversário da minha afilhada, 17 anos, e saímos juntos para comemorar, todo mundo. Ela estava, pela primeira vez, vestida como uma moça de verdade, isto é, sem aquele ar "teen ager" de make up exagerada que é comum por aqui. Estava muito bonita, aliás, está enorme e linda. E lá me aparece ela com umas botas novas cor de creme com aquele estilo que falei... Daí olha o elogio do Kaiser: "Mas esses sapatinhos parecem os mesmos que o Flautista de Hameln usava!!!!" Aquele que atraiu os ratos com a flauta. A cidade, inclusive, é pertinho aqui da minha. Não adianta, ele não se controla, o humor corrosivo é incontrolável e ele faz isso com qualquer um que passa pela frente dele, desde a caixa do supermercado até a própria filha ;) Deu trela prele, pronto, vai ganhar uma tirada sarcástica na hora. MAS daí que a minha bota de bater, a qual aqui comprei não fazem nem 6 meses atrás, abriu a costura no topo e já está parecendo boot de marine americano na guerra do Iraque: acabadão.

A mais nova aderente da "modinha" quem é?!?!?!?!? Advinhe se quiser... Vamos ver quanto tempo vai durar essa.

TESTE VOCACIONAL ONLINE




Eu não sei se alguns de vocês chegaram a visitar aquele blog no Blogger Brasil, onde consegui instalar o teste acima, alguém lembra? Pois é. Eles tiraram o site do ar, assim sem mais nem menos. Eu fiz o site em julho? Enfim, estava o mesmo com mais de 50 mil visitas e simplesmente tiraram do ar... E isso em menos de um ano. Fiquei chateada, afinal, a intenção era a de doação mesmo, nunca ganhei nada com ele, aliás, fora elogios e emails legais, algumas reclamações sem fundamento e mal escritas, pra variar... Como sempre, nada é perfeito.

Enfim, a dúvida é: devo refazê-lo em outro servidor ou não? Sei lá, não sei. Se alguém quiser dar uma dica, dizer algo, taí a pergunta.


       Dezembro 13, 2004
Kaiser's Domain



Quem quiser adentrar os domínios cibernéticos do chefe, tái o site dele. Novidades e música, paixões eternas. Tudo em alemão =)


       Dezembro 12, 2004
BILL GATES RAPE

Ontem fui tentar ouvir uma música que um amigo me enviou via messenger quando, de repente, simplesmente ao clicar no arquivo, ABRE UMA POP UP do internet explorer com uma página da Microsoft!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

S O C O R R O !!!!


Me OBRIGANDO a fazer uma "licença" maluca com meus dados (olha que absurdo!) para que eu tivesse o direito de ouvir a porra da música... MEU DEUS, onde vamos parar? TCPA!!!!!! Esse cara invadindo meu PC (num estupro cibernético sem precedentes!!!) com uma arma na minha cabeça?!?!?!?!

FUCK YOU BILL GATES RAPER!!!!



My Photo
Name:Sherazad

+TAKEN!



246-030-912

Hallo, bin Patrícia aus Brasilien und erzähle ich hier ein bißchen von mir und meinem Leben. Wohne in Deutschland seit ungefähr 3 Jahren und bin Flugbegleiterin von Beruf. Bin verheiratet und Mutter 2 Söhne (3 und 13 Jalt). Zur Zeit lerne ich die deutsche Sprache weiter, weil ich gern lerne und weil in Zukunft möchte ich damit arbeiten.

Das ist ein 'Zweisprachiges Tagebuch' und die Sprachen, die hier verwendet werden, sind Portugiesisch und Deutsch. Wenn Sie entweder Port. oder Deutsch nicht verstehen können, bitte, Verzeiung aber das ist ein Experiment. You can send me an email in english, no problem.

Ein bißchen von mir:
- Blau, Rosa, Grünn
- Meer
- Sommer, Sonne, Licht
- Lesen, Bücher, Antiquität
- Sprachen, Kinder, Lernen
- Beobachtung, Stille
- Poesie, Schiller, Eichendorff
- Rio, Berlin, Roma
- Neugierig, Nervös
- Lieb, Nett, Zuhörerin, Hilfsbereit
- Mutig, Hartnäckig, Entschlossen

- Selbstwebusst, Realistin

Olá a todos! Reabri o Blog e agora ele será bilingüe. O escopo agora é dar asas à essa personalidade multifacetada e deixar que as línguas, sintomas dessa esquizofrenia lingüística, fluam em paz assim como ocorre normalmente na minha cabeça. Qualquer dúvida ou pergunta, por favor, envie-me um email. Obrigada pela sua visita e volte sempre que decidir voltar, mas venha trazer-me harmonia, por favor..

Astrologischer Himmel:

Ephemérides:

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