24 de Março de 2005 às 02:11

Ending Theme


Tá tarde, tô com sono, tava tendo algumas idéias pra escrever um texto... Mas tá tarde e tô com sono... Além do que hoje não tenho nada para fazer durante o dia. Então como tô com vontade de postar, apesar de estar tarde e eu com sono, vou postar uma música. O tema de encerramento. Pode ter algo a ver, pode não ter... isso não importa. Como tudo neste blog, está aberto à quaisquer interpretações...

Pain of Salvation - Ending Theme

And so I find myself here once again - first step down Remedy Lane
Budapest you tore my world apart - well, here I am
Worn with rope ends on my mind, torn with blood scarred in my eyes
But now I'm back to shake that from my life

Ending Theme, ending theme
Ripping at the seams, for an opening

Back again at Deak Ter - I know I could have left her there
It was the feeling of leaving myself that I could not bear
The same old hotel room in Pest one night before the Sziget fest
Hungarian Princess will you share my rest?
To rest in my...

ENDING THEME
ENDING THEME
Ripping at the seams, for an opening

to be honest I don't know what I'm looking for - who to be
sitting here as once before, weeks ago - just waiting for a knock on that door
and I have left all I thought was me to find out, to make sure if it was you or me
that made me feel so free and real, but when we kiss I don't know, I just don't know
'cause it leaves a taste of emptiness, and I think What if I'm simply depressed?
blind, just finding rest from my mind here in Budapest?
confusing zest with the joy of being blessed with the bliss of self-escape as we kiss?
and mixing my being unstressed with your being undressed and the taste of being true
with the fresh taste of me and you as we touch? I don't know
but I saw so much of me in you, the me I've missed, the young and free in you
but still, that doesn't mean a thing, may not mean anything about my needing you
but I guess we had to meet, to be near; to make sure, and still my dear
beyond this bed and that door, to be honest, I fear I just don't know

ENDING THEME
ENDING THEME
Fanning flames to dreams of belonging
ENDING THEME
ENDING THEME
Ripping at the seams, for an opening

[Johan Hallgren]

to be honest I don't know what I'm looking for...
lying here, watching you leave through that door
Johann Gottlieb Goldberg







12 de Março de 2005 às 23:15

"Boulevard Broken Dreams" e "Boulevard New Dreams"


Segunda-feira a facul começa de novo! Acho que tudo muito certo, eu erradamente muito correto também. Bolo, bombons, Ruffles, Matte Shake: comemoração de despedida das férias em alto estilo. Mas uma vez eu irei estudar, porém, agora com motivação de sobra. Letras realmente é uma das coisas que eu quero aprender bastante. Com esta faculdade, aprendi a gostar de português e de latim, aprendi a dar valor a algumas coisas antes mensoprezadas, aprendi a ser responsável, conheci pessoas que ainda me ensinarão muito e descobri mais um bocado sobre mim.
Tem outras faculdades que me interessam, como Psicologia e RI. Provevelmente cursarei uma delas, e provavelmente será Psicologia. Meu sonho sempre foi cursar RI, mas talvez eu tenha entregue este sonho para outra pessoa, talvez o fato de essa pessoa concretizar o meu e o seu sonho seja o suficiente para mim ou talvez eu tenha deixado de lado este sonho para viver em paz. Já tenho muitas metas nesta vida, e tenho muitas vidas para cumprir metas, ou seja, posso ir com mais calma.
Ah, apenas de sonhos o homem não pode viver; ele precisa de ação, de correr atrás dos seus sonhos. Coloquei alguns sonhos na frente de outros, optando por me dedicar àqueles. Sempre me dediquei a sonhos demais e a pessoas demais, mas não sou burro o suficiente pra defender e tentar ajudar pessoas que não se ajudam e que só atacam e nem para deixar de viver a realidade por causa de sonhos.
A realidade nós e os que nso cercam nos impõem, nossos sonhos nós impomos à realidade.
Não me culpe por você deixar que as coisas sejam assim.
Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







11 de Março de 2005 às 00:48

O fim


Ando com uma sensação no mínimo curiosa nos últimos tempos, algo que não lembro ter sentido em bastante tempo. É uma sensação terminal. Não, eu não vou morrer. Mas sinto que, finalmente, um ciclo está se acabando. Na verdade, este ciclo tem se aproximado de seu fim faz bastante tempo, questão de meses... ou seriam anos? Só que só começei a me dar conta disso por agora. De qualquer maneira, isso não é importante, o que importa é que está acabando. Muitas das pessoas que conheci, que de alguma forma vieram até mim, estão todas seguindo seus caminhos. Algumas das verdades que construí, também se tornam cada vez menos verdadeiras.
E eu? Onde fico nessa história?
Também trato de seguir meu caminho. Não adianta nada me entristecer com isso, não vai levar a nada. Não adianta chorar pelo leite derramado. Cada uma das pessoas que conheci, das situações por que passei, das verdades que construí, teve seu valor e sua utilidade em seu tempo. Mas agora, não mais. Não que eu deva esquecê-las - cada uma dessas coisas teve seu valor. E, além do mais, mesmo que não queira admitir, sou um canceriano, e como tal, nostálgico. Mas sim, como já disse, devo seguir meu caminho sem me prender ao passado. Nem que pra isso tenha que caminhar sozinho por um bom tempo...
Afinal, é um novo ciclo que começa...

Do alto daquele poste, naquela noite fria e escura, ele observa o mundo. O vento cortante castiga seu rosto, levanta seus longos cabelos e sacode seu sobretudo. Porém, desta vez, nada tem a dizer. Apenas observa, impotente, o tempo mudar. "É, é a Vida, é a Morte, é o Juízo Final...", ele diz. Mas sabe que se ficar lá parado, pelo resto da vida, o tempo irá mudar do mesmo jeito...
Então, ao invés de apenas observar, desce ao chão. Caminha em qualquer direção, não importa. Perder-se é a melhor forma de se encontrar, disso ele sabia. Afinal, como lhe foi dito, "quem sabe algo surpreendente não lhe é revelado?"
Johann Gottlieb Goldberg







1 de Março de 2005 às 02:02

Efeito do skindô-skindô


As férias continuam ótimas; minha vida vai seguindo seu curso muito bem, obrigado. Depois do maremoto que foi o fim do ano passado (e do terremoto que foi o meio do mesmo ano) tudo o que vejo é uma bela paisagem, com montanhas, um verde planalto, algumas casas, um mar azul infinito, se unindo ao infinito azul que é o céu. Talvez haja - e há - lugares meio nebulosos nesta paisagem, mas há também, dentro de mim, uma imensa vontade de me desbravar e, assim, ir conhecendo o mundo que posso tocar. Agora cheio de motivação e sem perdas de tempo desnecessárias, posso dizer que estou ficando careta. E como é bom ser careta!
Não vou mentir falando que as férias foram 100% boas e nem entrar na questão de ponderar o que é bom e o que é ruim e, muito menos!, filosofar sobre a opinião humana x justiça divina acerca do bem e do mal. A verdade é que em muitos momentos dos últimos meses eu me vi permeado de discórdia, rancor e impaciência. Parece-me que em um instante minha paciência com os outros se foi. De um dia para o outro cansei de ouvir as bobagens que as pessoas ao redor falam. Não que só falem bobagens, mas, ao repetirem tanto as mesmas e se atrelarem tanto a isso, acabam cansando e muito aos demais, ainda mais a uma pessoa com a visão evolucionista do mundo que tenho. Sei que tudo que senti de negativo durante as férias passou, mas a impaciência continua. Ando preferindo menos contato com os outros para não deixar que minha impaciência seja descarregada neles. Prefiro me calar a dizer verdades minhas que acabariam machucando estas pessoas. E me calo com gosto. E admito, com menos gosto, devido aos meus pensamentos, que só mantive minha paciência com o Kaworu. Talvez seja este o motivo de eu estar ficando tanto tempo em sua casa; é a única pessoa a quem me mantive apegado neste momento meio dark de minha pessoa. Ele está me aturando por todos os demais. Espero que resista.:)
Como eu falei no testimonial (_momento orkut_) que escrevi para a Joane ("amiga"), o problema de você perceber que não é tão ruim é que você acaba percebendo que outras pessoas não são tão boas quanto pareciam ser, a questão é que antes, ao se colocar por baixo, os demais lhe parecem muito grandes, maiores do que na verdade são. Não quero mandar indiretas agora e nem deixar ninguém encucado, mas tenho visto cada coisa... (_momento impaciência - o retorno_)... É cada "neguinho" fazendo cada "parada" pior que a outra... Uma chuta dois amigos (como se tivesse muitos mais para chutar), outro fala, fala, fala, fala, fala... Será ainda efeito do Carnaval? Alguém aí sabe quanto tempo demora pra ressaca acabar? Será que fui só eu quem não bebeu neste Carnaval? Sobrou algum bombom de licor, alguma caneca de vodka? Pois, como se sabe, se você está entre bêbados, é melhor que comece logo a beber, ou as coisas se tornarão muito chatas.

Cerveja não, pois quero manter a dignidade! :P

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*