28 de Setembro de 2005 às 19:27

Um ano: o comecinho


Neste dia 27 fez um ano, um ano que conheci Kawo, Lee e Rose, e Angélia e João; um ano em que muita coisa mudou; um ano que deve ser comemorado por motivos diversos (e quem sabe sabe). É, o ano passou voando... Agora começa um novo ano, teoricamente mais simples. Mas quem disse que a vida é simples? Se o fosse ela não seria tão divertida e não nos ensinaria tanto. ^_^
Aos cinco, em especial aos três que conseguem me aturar mesmo quando eu não consigo, em especial ao Kawo, que é quem mais me atura, parabéns! Parabéns por conviverem com alguém tão incrível, especial e gostoso (porque eu SOU mesmo gostoso). E obrigado por tudo, tudo mesmo. ^_^

Hoje ouvi muito Blur. COnhecem aquela música "Girls and boys"? Muito boa!! Ela que está musicando a escrita deste post. ^_^

Sabem para que existem os sorrisos? Para serem dados! ^_^ Por isso nunca deixem de sorrir, nunca se sabe quando será a última oportunidade!!
Amanhã rola entrega de trabalho de Psicologia e de Teoria da Literatura!!
E a Mary chega hoje!!!!!!!!!! Uhuuuuuuuuuuuu!!^_^
E quantos "^_^"... ~_~ Falta de assunto dá nisso... ;P Esse post é só mesmo pra comemorar um ano!^_^
E muitos outros anos virãoooooooooooooooooooooooooooooooooooo!!!!!!!! ^_^ N'est ce pas?

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







26 de Setembro de 2005 às 00:19

As ondas...


O vai-e-vem do mundo é notório, mesmo os sentimentos são tão inconstantes... Todos os dias nos vemos diante de novas opções e só cabe a nós decidir, mesmo que não nos demos conta disso, se seguimos com as antigas ou com essas opções.
Ontem eu fiz escolhas diretas. Ontem eu perdi um amigo, ou quem eu via como tal. Ontem eu reconheci um amigo. Pessoas não são substituíveis, logo eu não acho que já que reencontrei um amigo tudo bem por ter perdido um. A alegria não apaga a tristeza. Elas convivem, lado a lado. Enfeitiçadas.
Será que eu perdi pela segunda vez? Ou será que foi a primeira? Será que eu perdi? Saio vitorioso por ter disponibilizado tudo o que eu podia para meu camarada de guerra. Ainda assim ele preferiu sair da batalha, ele levantou bandeira branca e se retirou. Ele sumiu entre a névoa que se formou. E eu aceito isso. Meu sentimento de amizade se estraçalha, mas se recompõe hora ou outra. Quando os tempos de paz chegarem, talvez possamos retomar o caminho de amizade ao qual eu tinha me proposto. Pela segunda vez? Ou será a primeira?
Talvez seja, mas o que é de fato é que um amigo voltou de viagem. Ele estivera fora desde setembro do ano passado, talvez numa espécie de intercâmbio. Em seu lugar, residiu aqui uma pessoa estranha, com a qual eu não me dei nada bem. Eu recriminei essa pessoa por muitas coisas, e muitas vezes repetidamente. Eu larguei de mão essa pessoa, talvez sem mim ela fosse embora mais rapidamente. Soube há uns dias que meu amigo tinha voltado e chutado aquela outra pessoa. Ontem, enfim, reencontrei meu amigo. Ele parece mais maduro, essa viagem parece ter feito bem a ele, mas sua essência continua a mesma. É bom tê-lo de volta. É bom que aquela outra pessoa tenha ido embora.

Quem sabe eu tenha buscado palavras sinceras para no final me perder em um emaranhado de dúvidas e sombras de onde nunca ninguém saiu? Quem sabe, e quem souber que me avise, onde estão as saídas que eu tanto busco, ou mesmo as palavras sinceras que eu nunca encontrei? Será que só me restam as mentiras do mundo? Será que as verdades são exclusividade dos mentirosos? Ou será que eu já tinha encontrado tais palavras e tenha preferido fingir que as desconhecia? Ou talvez tenha simplesmente me contentado com as mentiras do mundo...

Comecei um novo conto no Delphos, o PDV. Ele vai ser postado ao mesmo tempo que "Os rapazes do metrô", que já está na reta final (embora não pareça). Bom, o PDV é um conto que quer ser cômico, mas não sei se é de fato, não me considero bom pra humor. Vejamos no que dá. Negritos? Não agora, não sei quando, talvez em breve, mas não posso garantir.

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







24 de Setembro de 2005 às 02:41



Oiz! Agora vim rápido, né? Se bem que nem lembro quando foi a última vez que postei... Há uns dois dias, eu acho.
Sim, minha memória está bem, obrigado.^_^

Vamos começar o post com um assunto muito sério. Acredito piamente que entre os humanos não existe nenhum Rafael, seja assim com "f" ou com "ph". Sim, pode parecer loucura, mas não é. Nós ("nós" porque sou Rafael também) somos criaturas robóticas que recebemos nomes fictícios (Rafael, para os robôs mais evoluídos, e Raphael, para os rudimentares) e temos como missão vigiar a humanidade. Porém, durante a estadia entre os humanos, alguns de nós acabam perdendo nosso real objetivo de vista e muitas vezes assumimos nossos nomes reais.
Confuso? Vamos aos exemplos.
Rafael (robôs de alto escalão):
- eu mesmo! Acabei perdendo meus objetivos como agente e revelei meu nome verdadeiro: Felipe.
Raphael (robôs de baixo escalão):
- nomes reais revelados até então: Kawo, Mexirica, L(o)ucas, etc.
Por isso, humanos, estou aqui abrindo meu coração de ferro pra vocês, revelando-lhes que não há Rafael ou Raphael algum entre vós, isso tudo é apenas um plano de controle das sociedades, ordenado por alguém superior que quer "purificar" a humanidade a seu gosto (percebam como a escolha do nome "Rafael" tem sentido para este fim, já que significa algo como "cura de Deus"). Cabe agora a vocês tomar as devidas precauções com estes indivíduos que se fingem humanos.

Fofoquinhas? Hummmmmmmm... Quarta rolou rodízio de massas com Kawo, Vê, Arwen, L(o)ucas e Zé. Foi lá no "La Spezia" do Shopping Tijuca. Algumas coisas estavam boas, outras não muito. E demoram pra servir. É barato... Achei meia-boca, se pagarem pra mim, volto lá. Rsss Depois, quando o shops fechou fomos para o Bob's - que é virtualmente 24hs - e ficamos lá até 23hs e blaus. Eles todos muito loucos e bizarros. Rsss Mas o Zé tava calmo e bonzinho! \o/ O L(o)ucas tava igual ao Diego (almost, almost)! \o/ O Kawo e a Vê tavam na boa, comendo sundae!!! :D E eu na casquinha! Rsss Se eu tava num dia de normalidade? Ahaaaaaaaaaaaaaaam. Mais ou menos, só risos meio altos mesmo e novas versões próprias pra músicas de sucesso, como, por exemplo: "E todo mundo pega, estica e puxa / A ... da Xuxa", onde "..." pode ser o que quiserem! :P:P:P:P
Desde lá estou na casa do Kawo, ou seja, aulas de japa, faculdade e sonoooooooooooooow! Todas as três coisas muito boas, obrigado!^_^

Ah, sim, atualizei o Delphos com o quinto capítulo do "Os rapazes do metrô" e logo logo vou estrear outro conto lá. Logo logo ainda hoje, sábado!^_^
Só isso... Deixem-me voltar a curtir o friozinho e o papo com Omi, L(o)ucas e Geena via msn, cada um mais louco do que o outro (louco no bom sentido, pessoal! :P)!
Ahhhhhhhh, e eu apóio a Cláudia!!! Voto nela pra presidente!!! :D

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







21 de Setembro de 2005 às 02:06

Um pouco de eroticidade, quem sabe.


Tantos dias sem postar! Nossa, o tempo passou tão rápido... Mas estou eu aqui mais uma vez, postando da casa do Kawo.
As novidades não são muitas.Teve Yuuyuukai (encontro de instituições e de alunos de língua japonesa) no sábado e foi divertido. Fomos eu, Kawo e a Mary, que ganhou um jogo japonês no bingo que rolou lá. Como neste ano era vez da UERJ organizar o evento, acabei ajudando a turma de japa em algumas coisas, dentre as quais a servir aperitivos japoneses. Trabalhar como garçom de festa é muito divertido. As pessoas adoram ganhar comida de graça e, então, são muito simpáticas. Realmente adorei. Depois do evento ainda rolou ida ao shopping com a Vê incluída. O Lucas também ia, mas furou de novo. Deixa quieto... Rsss Ah, finalmente tomei matte shake com ovomaltine de novo!! MUITO BOM!!
Ainda estou meio encatarrado por conta da gripe que me pegou semana passada, mas já estou bem e disposto... e bem-disposto!! :P
Semana passada também foram organizados novos horários. Agora estudarei com Kawo e Jo-san na quinta e na sexta. Com isso, poderemos andar mais rapidamente com a grande matéria que ainda tem por ser aprendida/ensinada. Ganbatte, alunos!

Quem sabe um dia eu venha a me desprender de tudo o que me resta e sair por aí, sem rumo e sem rancores, cavalgando nos destroços de minhas memórias recém-apagadas, ao sabor do vento das coincidências. Quem sabe, e quem souber que me avise, eu possa, então, estar tranqüilo comigo e com os demais ao mesmo tempo, algo que não me é possível enquanto carregar determinados fatos em minha consciência. Abraçar a loucura, eu iria se pudesse com isso desbravar o mundo através de um olhar sincero, mas o planeta, coberto por este manto de mentiras, pode perecer com algum ousado que queira ser sincero. É fato que nestes tempos palavras sinceras ferem mentes, olhares sinceros retalham espíritos e o meu toque revive cadáveres, aquelas memórias mais antigas que estavam sepultadas no fundo de meu ser.

O seu caderno foi, então, jogado fora pela mãe religiosa. Ao pai foi destinada a missão de lhe dar outro sermão pela noite, porém, negociaram, o pai e o escritor: o primeiro lhe arranjaria outro caderno, ao passo que o segundo continuaria escondendo da mãe as traições do pai com as vizinhas.
Não lembrava, entretanto, de toda a história para continuar escrevendo-a e, por também não ter gostado tanto do padeiro Ubaldo, resolveu assim começar uma outra história. Agora falaria sobre um professor de faculdade que seduziria suas alunas. Ele se chamaria Ubaldo, em honra ao padeiro, e teria cerca de 35 anos.
Assim que entrou em sala, com seu jeito despojado, sua pele morena e brilhante, por cima de um corpo lapidado com extremo cuidado, despertou a atenção de todas as moças, mas em especial de Marina. Durante as semanas, muitas aulas se passaram, muitos olhares libidinosos, muitos sorrisos e "bom dia" foram dados. Por volta do meio do semestre, entretanto, eles ficaram sozinhos na sala. Era prova e Marina era a única ainda na sala, propositalmente ou não.
Escondeu rapidamente o caderno quando sua mãe, tentando ser furtiva, entrou no quarto. Ela lhe perguntou se ele havia aprendido a lição com o sermãoq ue ela e, supostamente, o pai tinham lhe dado e o escritor, sem pestanejar, disse que sim e que já havia se conformado. A mãe, após lançar-lhe um olhar de superioridade, saiu, fechando a porta, e ele continuou a saga do professor.
Marina finalmente entregou a prova, sem olhar no rosto do professor. Quando a aluna ia virar-se para ir embora, Ubaldo segurou firme seu braço. Eles trocaram um olhar e ele falou que sabia onde eles poderiam conversar melhor. Ela se derreteu toda com aquele macho querendo devorá-la e se entregaria sem culpa ali mesmo na sala de aula.
O apartamento de Ubaldo era grande e com poucos móveis. Situado no Alto da Boa Vista, tinha uma vista muito bela tanto pela varanda quanto por todas as janelas, que eram muitas. Ela ficou deslumbrada com o lugar enquanto Ubaldo foi buscar algo para beberem, e, alguns minutos depois, voltou com vinho e duas taças. Eles beberam um pouco antes de Ubaldo arrancar a camisa e partir pra cima da jovem, que nem hesitou.
Parou um pouco, refletindo sobre o quão descritivo deveria ser ao narrar o sexo entre Ubaldo e sua aluna. Estava decidido a colocar no papel coisas que nunca tinha vivido nos seus 12 anos de vida. Porém, o telefone na sala tocou e ele, colocando o caderno sob o lençol da cama, foi atender, pois estava esperando uma ligação de Maria, que nem suspeitava ter sido morta em um dos seus contos.
A empregada entrou no quarto para colocar no armário as roupas que acabara de passar. Quando apoiou-as na cama, percebeu um volume em formato retangular sob o lençol. Achou e pegou então o caderno, folheando-o após. Embora não pudesse compreender o texto tinha certeza de que se tratava de pornografia, dado o outro caderno que ela achara e que continah a palavra "sexo". Pegou uma caneta na estante e escreveu por cima do texto em lápis a outra única palavra além de "sexo" que sabia ler e escrever.
Após cerca de meia hora, o escritor voltou ao seu quarto, cheio de idéias para colocar no papel. Quando abriu o caderno, porém, deu de cara com o nome "Jesus" escrito em letras grandes, vermelhas e feias diagonalmente por cima da última página inteira. Vociferou, amaldiçoando a empregada - e quem mais? - e xingando-a em alto e bom som de tudo o que lhe vinha em mente.
Assim, acabava outro conto, que escrevera em dois dias. O tempo curto resultara naquele conto tão mal-cuidado e mal-finalizado. Nem tivera também motivação para descrever melhor o escritor. Antes pensara em fazer com que o garoto seguisse os passos do pai e tivesse um envolvimento com as irmãs Maria e Madalena. Aliás, tal triângulo seria o foco central daquele conto, que simplesmente desandou, escorrendo por suas mãos como coriza. Agora, apesar de que estivesse muito insatisfeito, publicava o último capítulo na internet. Realmente não achara desfecho melhor, acabara ele próprio, o escritor do escritor, se confundindo com conto tão confuso.
E assim eu terminava o conto do escritor que escrevia sobre um escritor que escrevia sobre aquele tal Ubaldo, conhecido na vizinhança como "pegador", fosse padeiro, fosse professor.

(fim)

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







14 de Setembro de 2005 às 01:39

Post falacial


Sem negrito por hoje. Tá, calma que Ubaldo, o padeiro poderoso, vem logo. Mas não quero que ele vire um ícone pornô como a pegadora virou sexy simbol! :P

Aproveito o "ícone pornô", para traçar, em algumas poucas (pretendo eu) linhas, um breve resumo sobre a relação eu/sexualidade.
Tenho a sensação de que vêem os bi como se fossem tarados, surubeiros, resumindo, como se fossems os suma protetores da boa e velha (?) sacanagem. Bom, com minha pequena experiência, posso afirmar algumas coisas quanto a isso. Primeiro, existem três tipos básicos de bi:
- Aqueles que são bi de fato e que curtem mesmo ambos os sexos.
- Aqueles que se dizem bi por incapacidade/medo de se assumirem homossexuais.
- Aqueles que se dizem bi por ultimamente estarmos acometidos por uma "moda" bi.

Os primeiros, os que são bi de fato, podem se dividir em duas partes: aqueles que realmente querem mais é orgasmar, seja com mulher, homem, poste, vagalume; e aqueles que se interessam mais pelo o que as pessoas são interiormente, de forma que o sexo, que vem com o físico, se torna apenas consequência, epílogo de um ser.
Eu me encaixo justamente neste sub-grupo, dos que vêem o sexo de alguém como a Restinga de Marambaia da pessoa, ou seja, como um "plus" de msn: interessante, mas não essencial. Daí, se eu curto a pessoa, se rola um sentimento forte mesmo, o sexo da pessoa não é algo pensável, refletível, é apenas algo. Por isso, ando dizendo (nem tanto) que não sou bissexual, mas sim, assexual, pelas considerações já feitas, que se resumem em eu não me interessar diretamente pelo sexo da pessoa e nem me guiar pelo sexo pra demarcar meu "eleitorado". Se excluo o fator sexo dessa demarcação, eu assexuo a mesma, ou seja, sou assexual (não confundir com assexuado, já que eu tenho sexo e me reproduzo sexualmente! :P). E isso não quer dizer, nem de longe, que eu não curta sexo. Eu curto sim, até bastante. Maaaaaaaaaaaas não é algo primordial como sinceridade, cumplicidade, respeito, etc. Acredito eu, podeira passar tempos e tempos num relacionamento sem sexo, mas não sem essas outras coisas que acabei de citar.
E isso contraria o que muitos vêem em mim: um ser altamente sexual. Posso a meu modo ser sensual, mas garanto que não vivo pensando "naquilo". Rsss Por isso, não sou o "sex machine" que tantos me dizem que eu pareço ser. ~_~ Sou o "gostoso machine" mesmo! :P
Quanto aos outros dois grupos de bi, aqueles que mais dizem que são do que são de fato, eles me cansam mas os respeito de boa. Afinal, nós, os bi de fato, sabemos como ninguém aproveitar o que a humanidade tem a oferecer... Rsss Brincadeira, brincadeira! :P Mas até pra isso eu sou eclético... Tá, parei.

Outra coisa sobre como as pessoas me vêem, hoje em dia ouço muito dizerem que sou bonito ou mesmo sexy. Engraçado ouvir isso, porque até o fim do colegial eu era o "patinho feio" das turmas por onde passei (eu e mais algum(a) azarado(a) da vida). Já tive até apelido de "inseto" (pela questão de beleza mesmo!) e de "etê" por conta disso. Já hoje em dia tem um bocado de gente que daria uns pegas em mim sem pestanejar caso eu concordasse. Se sou convencido? Não, mas tendo em vista meu passado com essa questão, eu dizer que sou "gostoso" é mais do que justo e do que auto-gratificante. Se me acho bonito? Realmente não, me acho super normal. Se me acho gostoso? Bom, alguas partes do meu corpo são sim, mas isso depende muito de gosto. Se me acho sexy? Com certeza. Sou a pessoa mais sexy que conheço, mesmo dentro das minhas costumeiras roupas "tapa-tudo".
O que sei é que agora eu estou pra lá de comprometido e como minha parceria não aceita uma relação mais aberta não posso fazer nada por ninguém (e mesmo que fosse aberta eu não faria nada com essas pessoas, porque sou do mal mesmo! :P). Quem pisou e agora tá afim, vai ouvir "Baba baby" que é a música mais certa para esse caso. E baba muito, porque é o que merece.

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







11 de Setembro de 2005 às 03:03

Leia se for maior de idade...


Olá!! Tudo bom? Comigo tudo bem, nem preciso dizer, né?

Esquentou o clima. Calor? Bom, praticamente, mas nem tanto. Quarta chove de novo. Sim, momento happy happy do post.

Algumas coisas são tão engraçadas, não? As probabilidades parecem tão confusas às vezes. Ainda mais quando se joga "Monster Rancher" para Playstation e se percebe que as probabilidades não são nada confiáveis, pelo menos quando estão a seu favor.

Outra coisa engraçada é um conto que quero começar no Delphos em breve, simultaneamente ao "Os rapazes do Metrô". Ou melhor, espero que ele seja engraçado, pois essa é a intenção. Porém, todavia E entretanto, não sou lá grande escritor de humor e por isso devo apelar pro trash. O problema é que sou discreto demais para trash. Bom, vamos ver se dará certo. E só tentando para saber, certo?

Lee tem câmera, Mary tem azar, eu tenho você, pelo menos neste instante em que lê o post, né?, o Del tem capítulo novo (o terceiro) do "Os rapazes do metrô" e o YY tem negrito novo a partir de agora!

Maria virou-se e jogou todo o leite com achocolatado que havia em sua caneca na cara de Madalena. Esta por sua vez pegou uma faca que estava na pia e perfurou quatro vezes o peito da primeira. Madalena virou-se, então, e cuspiu no corpo da já finada, dando por fim uma relinchada.
E assim terminava aquele conto que ele vinha escrevendo por meses a fio. Que suas amigas não lessem a história, pois se inspirara nas duas, irmãs e suas vizinhas, para criar as personagens do conto.
Saiu atrasada pela rua, estava correndo quando tropeçou em uma pedra e caiu, batendo com força a cabeça no paralelepípedo. Morreu na hora, gritando por...
Era o começo do novo conto, que, como a maioria, tinha mortes no enredo, ao qual acrescentou: João, o padeiro gostoso que vinha em sua direção com pães bem sugestivos, dos quais saía um quase líqüido requeijão pelas beiradas, viradas para cima no saco, segurado por ambas as mãos de João.
Parou de escrever, decepcionado com sua falta de criatividade. "João"... Que nome normal. Normal demais para o seu gosto. Outro nome... Ubaldo. O padeiro iria se chamar Ubaldo e seria vulgo Ricardão para a mulherada da vizinhança, como o pai do pretenso escritor era para suas amantes. O escritor continuou então.
O padeiro, do alto de seus quase dois metros, olhou para ela, estirada pelo asfalto, e correu em sua direção, apoiando-a com o braço esquerdo e, com a mão direita, verificando sua pulsação. João, então, percebeu sua morte.
Não! João não! Ubaldo, ele gritou para si enquanto pegava a borracha e apagava o nome errado. Escreveu ali Ubaldo com força.
Ubaldo, então, percebeu sua morte. Carregou o corpo dela até sua casa, onde a entregou aos pais. Deu a péssima notícia, virou-se e foi embora. Acabara esquecendo na rua os pães, quando encontrou a garota, que agora eram comidos por mendigos.
Dias se passaram, ele já estava recuperado do choque. Combinou com Silvinha, a mulher safada que morava nas redondezas e que todos os dias comprava pães com Ubaldo, de se encontrarem na casa dele - já que ela era casada - para transarem durante a tarde. Lá pelas nove da noite ela foi embora e ele adormeceu.
Quando acordou no dia seguinte, estava com uma ótima idéia para o conto. A história até então o havia decepcionado um pouco. Omitira toda a cena do sexo, que deveria ter sido narrada em detalhes para ressaltar o lado sadomasoquista de Sílvia, a qual teria domado o padeiro com chicotes e algemas, dando-lhe muita dor e algum prazer. Porém, resolvera que só por trair o marido Sílvia já ostentava o rótulo de piranha e, então, o rótulo de sadomasoquista poderia ficar para outra mulher dos arredores.
Cláudia Suzana tocou sua campanhia e minutos depois estava em seus braços. Logo, entretanto, soltou-se dele e mostrou que não era a típica passiva: sacou algemas e um chicote da bolsa e o prendeu à privada. Sugeriu algo mais sujo, digamos assim, com ele, mas Ubaldo se recusou. Ela então acendeu um cigarro e foi encostando a ponta dele na virilha de Ubaldo, que se contorcia todo. A noite após foi quente, com direito a banho de vinho e a sexo selvagem, no qual Ubaldo quis usar seu direito resposta aos desejos sadomados de Cláudia.
Foi tomar banho. A empregada entrou no quarto para arrumar a cama e viu o caderno sobre a mesinha. Não sabia ler, mas achou em meio a tão complexo texto a palavra "sexo" e a reconheceu visualmente na hora. Pegou o caderno e o entregou à mãe dele, que leu rapidamente o conto e esperou o filho no quarto com o caderno na mão e um longo sermão querendo sair pela boca.

(continua...)

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







10 de Setembro de 2005 às 02:39

Leia por sua conta e risco


Novidades? Espirros, alguma irritação na garganta, sono (em excesso), um pouco de estranheza por algumas coisas estarem TÃO bem. Mas essa estranheza é mínima, pois se as coisas estão tão bem eu tenho é que aproveitar e não ficar me perguntando o porquê disso.

O MSN é uma festa. Você vai se despedir e a pessoa cai, a pessoa entra e você dorme, ou você entra offline, vários trecos no "plus" ("plus" de "mais"; "mais spywares", "mais inutilidades", etc), nova versão - 7.5 - linda, etc. ICQ? Divertidíssimo. Barulhinho gostoso e visual familiar. Yahoo Messenger e AIM deixam a desejar, mas como diria alguém - qualquer um - voi là. Lá aonde? Aonde você quiser, cada um que estipule suas próprias metas.

Milo de Escorpião. Sim, Cavaleiros do Zodíaco. Hã?! Prefere Saint Seiya? Tá, Saint Seiya. Milo?! Demais! O cara arrasa. Cabelão, olhão, corpão, armadurão, overpower. O cara arrasa. Shaka? Loiro com cara de doente - mas eu acho que todos os loiros têm cara de serem apáticos mesmo, como mingau de sabor "tradicional" (alguém sabe o gosto de um "tradicional"? E que árvore dá "tradicionais"? Afinal, me parece uma fruta, não?) -, mas o Shaka é divertido; ele é poderoso e budista (e daí que é budista?).

Budismo tá na moda, né? Pelo menos pro pessoal que agarra tudo o que é oriental e se orgulha disso. Tá, eu faço Letras Português/Japonês, mas não defendo sempre as ideologias orientais não. Acredito que algumas coisas do lado de lá funcionem melhor, ao passo que algumas daqui têm mais vantagens. Religião? Cristianismo não rola pra mim. Bíblia? Manipulada. Tenho muitos pensamentos em comum com a Teosofia, mas não posso dizer que concorde inteiramente por não conhecer tão a fundo. Pesquisarei sim, pode deixar. Mas não preciso de religião para ter uma crença firme. Acredito sobretudo em deus e na humanidade e confio em ambos plenamente. Porém, admito que seguir uma religião tem um leque de vantagens psicológicas, assim como afirmo que seguir uma religião não tem nada a ver com ter ou não fé.

"Adoro o outono (...). É quando as folhas caem."
Sim, ouvi essa, pode? Poder pode, mas... Bem... Sim, rola algum estresse. Vantagens? Algumas discussões interessantes durante o inverno pré-primavera. Inverno no qual eu perdi várias vezes o único programa brasileiro que me interessa, mas como diria alguém - sim, qualquer um! - c'est la vie. Et la vie c'est morté. Ou não, se você acredita em reencarnação. Eu acredito.

Turma de japonês? Futatsu. Divertidas, bem-humoradas. Rolam papos diversos. Hoje (já ontem, na verdade), teve informal. E o informal é mais difícil (bem mais) do que o formal. Como isso? Sendo, simplesmente. E tenho testemunhas. Ainda perguntam por que os japoneses têm esse ar tão formal? A língua mostra. Pra eles é mais fácil serem formais. A formalidade é um muro de defesa do ego. Ou alguém se expressa formalmente e sinceramente simultaneamente? Quem disser que sim, mente.

Assunto do post? Nenhum dos escritos. Ausência de sentido ou excesso de sentidos? Não posso responder por você, para cada um as coisas - qualquer coisa - pode ou não fazer algum sentido - eu não vejo nenhum sentido na apatia. E matte shake é o que há. Aliás, é o que nunca há. Ao contrário das mexiricas, que sempre cismam em aparecer.

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







6 de Setembro de 2005 às 19:49

"Quem é que sobe a ladeira...?"


*Flog atualizado! \o/
*Delphos atualizado! \o/


Aliás, coloquei o conto da "pegadora" inteiro lá, num link na parte de textos. O conto não tem nome, apenas chamei de Negrito 1. Aliás, de novo!, senti saudade de escrever sobre a pegadora hoje! ~_~ Tenho idéias para novos contos, porém, decidi dar uma folguinha neste post. Talvez o novo conto comece no próximo post, talvez só no ooooooutro. Bom, até o fim-de-semana com certeza sai.^_^ Mas quero deixar claro que estou concentrado na história dos rapazes lá do Dephos e por isso não posso garantir muito pelos negritos por enquanto.

Já que querem mais fofocas (o Omi quer, eu sei! :P), eu vou lhes dar. Me inscrevi hoje no tal Provão. Vamos ver no que vai dar. ^_^ Mais fofocas? Vejamos...
- Comi empadão de frango hoje! Muito bom mesmo!
- Amanhã rola passeio com Kawo (o nervosinho do grupo), Kaze (a líder do grupo, mas meio nervosinha também :P), CèS (a inteligente do grupo), Mari (a sensível do grupo) e, ainda não confirmada, Jô (a não-confirmada do grupo, oras). Não sei ainda se vai ser almoço ou lanche na rua, mas que vai ser algo vai. :P
- Hoje quando cheguei da facul dormi por três horas.
Agora chega de fofocas! :P

Eu sou muito bom. Não, não no sentido de bondade. Tá, eu também não sou do mal, vai! Mas estou me referindo a ser bom de ser foda mesmo. *chocado por ter digitado "foda"*
Mas é sério! Caraca! Lembram (acho que não) que no Del antigo eu falava que me sentia como o Homem-Aranha, só que queria ser como o Batman? Pois é, eu agora já sou quase o Robin. Alguns degraus e... Tcharans!... Batman!! É verdade que ainda faltam muitos degraus... Rsss Mas ontem percebi que ditar rpgs de investigação me condicionou a ter uma mente meio detetivesca (na verdade sempre tive uma mente assim, mas com os rpgs isso se consolidou).
O Batman é considerado o melhor detetive do mundo, eu acho que me contento em ser o segundo. Brincadeira, mas ser detetive particular me pareceu interessantíssimo de repente (assim como pareceu em outras duas épocas da minha vida, ou seja, é só uma fase, portanto não se choquem, não vou largar Japa!:P).

Se eu falar que estou super feliz vai parecer que sou repetitivo né? Então chega o ouvido perto da caixa de som para eu contar só pra você: "estou muito feliz". Ouviu? Mas não conta pra ninguém, senão vão achar que eu falo sempre o mesmo!
-> Mas, oras, se tem tanto blog de gente só reclamando, porque não posso ficar sempre falando bem da vida? Já esculacham ela demais, né? Te amuuuuuuuuuuuuuu, vida! E Vida também!! ^^

Agora vou fazer um layout aqui, ouvindo o shuffle do Winamp, que vai de Daniela Mercury, passando por Europe, até The killers. Eita músicas boas!
E eita tempo bão, sô!

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







4 de Setembro de 2005 às 23:39

De um extremo a outro.


No alto da avenida procurei encontrar o que se perdera e encontrei um novo mundo. Acabei me esquecendo do que fora ali buscar. Um carro passou e eu ouvi um "Psssiu"; virei-me, contente, e disse "Olá". Pouco depois, reconheci um rosto perdido na rua, peguei e guardei na mochila. Emprestaria-o para algum desconhecido na esquina, que viria a me reconhecer por "grande amor".

"Estou atrasado? Estou atrasado?"
Sim, para o último capítulo da "pegadora". Um conto sem título, um conto sem nomes de personagens, um conto sem quase nada, nem a história eu contei inteira, já que a intenção foi mostrar apenas recortes da vida desta moça que se envolve com alguns homens enquanto se procura em cada um deles. E essa busca não precisava de nomes, não precisava de datas, nem precisava de lugares, mas isso eu ainda coloquei (rsss). Essa busca precisava de alguém que quisesse se encontrar e por isso não precisava de nomes, afinal, quem não precisa se conhecer melhor, se encontrar para, só assim, poder se respeitar, respeitar os outros e exigir respeito dos demais? A "pegadora" pode ser, então, qualquer um de nós, que talvez não sejamos tãaaaao pegadores quanto ela, mas queremos igualmente nos conhecer cada vez mais.
Então, aqui está o décimo e último capítulo da "pegadora". ^_^ O primeiro conto-negrito do YY. Espero que o final seja do agrado de vocês (bom, foi o final mais votado... :P).

"Já era inverno quando voltei de São Petersburgo. Uma atmosfera de intenso frio humano reinou durante toda a trajetória, acompanhado das gotas da chuva que castigou-nos dia e noite, por todos os dias. E isso me lembrava de quando fora para São Petersburgo da primeira vez, pouco após conhecer o homem de braços fortes. Nesta segunda viagem eu tinha ido até lá encontrá-lo, mas embora tenha lhe procurado por todos os cantos, inclusive com a ajuda da senhora viúva do homem dos olhos de esmeralda, que fora muito insistente em me ajudar na busca, não o encontrei. Rumores me levavam a crer que ele havia ido para o oriente, que poderia estar em algum lugar da Sibéria. Alguns também diziam que ele teria sido morto e enterrado como indigente. Depois de muito relutar tive que aceitar o fato de que o perdera, pois não poderia lhe encontrar em nenhum dos dois casos, nem no deserto branco e nem sob sete palmos. Então, depois de três meses e quatorze dias em São Petersburgo, voltei para minha casa. E assim, a minha vida foi seguindo de forma vazia naquela casa de campo tão grande para a minha solidão envelhecida.
Numa tarde de sol intenso, estava na varanda quando ouvi meu nome. Não esperava por voz alguma, mas escutei um tom baixo, meio preocupado e completamente apaixonado. Era um homem que vinha correndo pelo campo, os braços de fora buscando algo... Sua juventude se perdera em algum lugar, a vida já deixava nele as suas marcas, assim como o passado doloroso. Meu chapéu voou sobre o gramado enquanto meus braços tão frágeis e seus braços tão fortes se enroscavam em um abraço infinito naqueles instantes. Aquele garoto, perto das minhas recém-completadas quatro décadas, aquele para o qual eu nunca me entregara, era ele o único que me entregara o amor de forma profunda e sincera. Na sua imaturidade física, na sua maturidade de sentimentos, nos seus olhos sempre tão objetivos, nos seus olhso que me objetivavam, nos seus braços que me protegiam, no seu coração que eu queria proteger a qualquer custo... Foi ali que passei a viver, e ele comigo, não sete dias, mas o restante de nossas vidas de felicidade, prazer e verdade. A nossa verdade."
(fim)

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*







3 de Setembro de 2005 às 23:54

Eu te prometo que irei estar lá...


"Eu te prometo, eu te prometo".
Às vezes as coisas seguem de forma inesperada, e isso não nos parece muito bom de início. Porém, com o passar de certo tempo, pode ser que percebamos que estes caminhos inesperados são nossa única rota de evolução.

Eu corri, caí, levantei e abracei aquela causa. E eu me orgulho disso? Eu me orgulho disso! Rsss Talvez eu tenha sofrido um pouco, mas isso num passado tão remoto quanto o instante anterior ao presente. O agora já é passado neste final de frase, oras, e o lugar do passado é lá atrás, servindo de fonte para que não cometamos os mesmos erros de novo.
Basta soprá-lo que o futuro já chegou. Fuuuu

Eu tenho ouvido conselhos, promessas, sermões. Os conselhos eu ouço, mas já dei a mim mesmo o conselho primordial quanto à minha vida: ser feliz; só eu sei como o ser. As promessas eu ignoro; não faço nada por ninguém esperando retribuição, e isso seria no mínimo ridículo, e também sei que as promessas são palavras infundadas, afinal, como alguém pode almejar determinar os fatos futuros? Os sermões eu ouço, absorvo o que me convém e chuto o restante; porque as pessoas (algumas) cismam em querer me dizer o que fazer? Talvez se cuidassem mais de si mesmas poderiam ser mais felizes. Como eu estou.
E não me peçam pra ter pena, porque é horrível quererem isso de mim. E não me peçam para me desfazer, porque a cada dia eu construo quem eu sou.

Fofoquinhas? Tenho saído. Quinta foi com Kawo e Vê, algo mais "informal". Rsss Amanhã rola de ir mais gente, mas ainda não tenho certeza de quem vai.^_^ Hã... Eu vou!! E isso já significa muito! ^_^ Pelo menos pra mim, né? :P

Agora o penúltimo capítulo da pegadora!!!!!! Vamos ver no que isso vai dar... :)

"Sete dias de luxúria foram seguidos por ausências marcadas pela minha indiferença, mais do que justificada por meus sentimentos que se encontravam e, então para minha surpresa, o desencontravam, enfim, naquele lençol sedoso, por baixo de seu corpo quente e sedutor, onde eu começava a sentir que ele já não era há tempos parte de meu coração e que minha busca pelo homem dos sete dias havia sido alicerçada em pedaços de nada que meu coração agora execrava.
No sétimo dos dias, lembro-me de ter encostado a mão no seu peito aberto e o mandado embora de minha casa. Ele me pediu, me implorou para que não o dispensasse, mas agora era ele quem estava com o grafite quebrado e só restava a mim, com o poder da decisão, jogá-lo fora. Ele me disse que eu era a personagem principal do palco de sua vida e que esta não significaria nada sem mim e eu pedi que se retirasse antes que eu chamasse a polícia. Ele foi e voltou em notícia de suicídio três dias depois na página principal. Eu resolvi olhar a sessão de quadrinhos do jornal."
(continua...)

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*