Não sei se o YY está melhor como é hoje em dia ou como era na época em que esses escritores incríveis postavam aqui. Talvez o YY tenha tomado uma cara muito minha, o que o impossibilitou de abrigá-los. O fato é que eu comecei a direcionar os posts para mim mesmo e não para os leitores, como era na época. Estou mais natural e, conseqüentemente, menos dramático com esse estilo ao qual pude me permitir seguir. Ou, talvez, simplesmente todos quisemos dar vôos maiores. :)
Ms. Mile
You didn't do anything
Don't mean anything
To me now
You are a loser, yeah
And so I am, 'cause
Both we lost us
Maybe I must go
Frozen and feeling
Any, so many things
That I missed with you
Who I loved so much,
I hated, I stood by too
I was pretending, so angrily
Those old times now
Crash on my wall
And bring my heart down
I know I would can
But I really didn't wanna try
No without you, 'cause
Without you just remains my cry
Abraços/beijos e...
Raios de Sol!!
17 de Março de 2007 às
11:37
Sobre músicas (I'm over).
Já me disseram que eu sou de fases. Mas eu não sou de fases. Sou de músicas.
Sei desenhar, com esforço posso pintar bem, atuar não é grande dificuldade para mim (ainda mais em um mundo em que temos que atuar o tempo todo), fotografar também é algo que sei fazer bem se não houver pressão, escrever idem... Em um resumo geral das artes, pensando um pouquinho, qual é a arte em que eu me saio pior? Música.
É incrível como as pessoas sempre querem o que não têm, ao invés de se darem pro satisfeitas com o que possuem. Não que tenham que se acomodar, lutar pelo o que desejamos é vital, mas tempos de paz consigo mesmo, em que damos valor a tudo o que possuímos e nos satisfazemso sinceramente com isso são muito bem-vindos. Com certeza temos tudo aquilo de que precisamos.
-> e neste ponto eu carrego o discurso de teor espiritual, descarregando-o no instante seguinte.
A arte que eu menos domino por competência e a que mais levanta questões sobre mim mesmo, a arte a qual eu me entrego em maior profundidade e aquela que me atinge mais densamente, sem que, entretanto, eu a possa tocar e moldar. Aliás, aí está toda a razão de meu suspiro prolongado: aquilo que eu menos posso tocar é que mais me toca, aquilo que não pode me sentir é o que mais eu sinto. Cada palavra, embalada pela melodia, pode falar melhor de mim do que eu mesmo poderia.
Sim, palavra. Não são todas as músicas que me tocam. Primeiro a música precisa apresentar dois elementos em harmonia: letra (mais fundamental, metafórica, razão de identificação e empatia) e melodia (menos fundamental, para mim funciona mais como o leve toque de açúcar para que a verdade não fique tão amarga, o líquido para que o comprimido desça melhor). Em segundo lugar, eu preciso me identificar com a letra da música. Se eu não a ver como um reflexo indireto de algo relacionado a mim provavelmente não darei muita atenção à música e, por mais que o ritmo me agrade, não estará me dizendo verdade alguma e, conseqüentemente, não terá grande valor.
E a minha verdade pode estar, em partes, desde em uma música sertaneja bem brejeira até Linkin Park, passando por José Luiz Galego, Céline Dion, Rammstein, Dream Theater e Weiß. Por isso é complicado para mim falar sobre "cantores/bandas preferidos". Cada música de um mesmo cantor/banda carrega sua própria mensagem. Posso gostar de apenas uma música de uma banda de mais de 50 músicas. Isso com certeza não quer dizer que eu goste da banda. Como disse a Carlinda, "qualquer um pode acertar uma vez, o talento está na repetição de feitos talentosos".
De tempos em tempos eu encontro músicas que falam sobre algum(ns) aspectos (momentâneos ou não) de minha vida, de meu modo de ser e pensar, etc. Após esse nosso encontro, ocorre o seguinte processo: eu começo a ouvir a música direto (às vezes uma única música, repetidamente no Winamp por dias) e involuntariamente acabo, por meio de re-pensamentos e atitudes provenientes destes, realçando esse(s) aspecto(s) com os quais me identifiquei. Então, poderia dizer que indiretamente as músicas que ouço ditam minhas fases, que duram até que eu ouça uma música com a qual me identifique mais, e em outro(s) aspecto(s), num ciclo sem fim aparente.
Então, o que as músicas da vez falam sobre mim...
My destiny (Katharine McPhee)
Can I get any higher?
Tell me, does it get any stronger?
I owe it to you that I made it through
I never could've done it without you
(...)
You were always by my side
That you believed in me was enough reason why
I didn't stop, didn't give up, even if I've sometimes lost hope
I did my best and I am blessed in life
I've realized that it's my destiny
Over it (Katharine McPhee)
Moving on, and it is my time.
You never were a friend of mine
Hurt at first, a little bit
And now I?m so over, so over it.
I'm so over it.
Don't call
Don't come by
Ain't no use - you still ask me why
You'll never change
Never gonna be crying in the rain.
-> pelo menos não comigo novamente.
Abraços/beijos e...
Raios de Sol!!
14 de Março de 2007 às
13:47
Teste de sangue!
Oiz! :D
Encontrei um tópico interessante sobre tipos sangüíneos no Orkut. Não vou divulgar a fonte porque não sei se ela me autorizaria, então apenas deixo aqui registrado que a pesquisa não foi feita por mim (e na verdade ele chapou de uma matéria da revista NeoTokyo).
Tipo A
É o tipo racional. Organizado. Gosta de ver esse espaço e não gosta de ver esse espaço invadido. Não acredita que as outras pessoas não se importem com a desordem, por exemplo, de uma mesa durante o jantar. É o tipo que lava os pratos e guarda tudo, não porque tem que fazer isso, mas porque se não o fizer, fica com aquela sensação desagradável. Quando conversa com alguém, sempre tenta passar uma boa impressão e fica pensando no que os outros vão achar dele. Gosta de agradar e é um bom anfitrião. Respeita todas as regras, mesmo sem saber o motivo. Não costuma passar seus sentimentos de uma forma direta.
Ao ser questionado, usa uma parte do cérebro que corresponde à formação de frases. Ou seja, está criando mais perguntas antes de responder a primeira. Por exemplo, um entrevistado, ao começar as perguntas básicas, como nome e idade, já começou a usar sua parte específica do cérebro. Ao fim da entrevista, perguntado sobre o que pensou no início, respondeu que ficou imaginando se as respostas já teriam importância no resultado, se o tom de voz implicaria em algo etc.
Obs: mais de quarenta por cento do povo japonês é do tipo A, o que explicaria até certas características da cultura japonesa.
Tipo B
É o caos. Egoísta por natureza, mesmo que sem maldade ou intenção. Gosta muito de si mesmo e de seu próprio ideal. Não se importa em viver em um ambiente desogarnizado, principalmente porque acredita que essa é a sua forma de ordem. Mas em toda essa desordem e caos está um líder sem igual. Decidido, não muda de opinião e se esforça ao máximo, de todas as formas, para conquistar seu ideal e se acreditar que algo é certo, vai defender isso a todo custo. Apesar disso, é considerado um tipo difícil, por sua personalidade forte e inadaptável. Seu jeito direto e decidido pode ser um charme, mas, em geral, o tipo B não costuma se interessar em sentimentos e enjoa rápido. Se apaixona num dia e no seguinte já mudou de opinião. Segue seu ritmo. Não liga para regras.
Acredita-se que ao ter um pensamento próprio, usa uma parte do cérebro que libera adrenalina, ou seja, acaba se embriagando de si mesmo. Em entrevistas, o tipo B se mostrou bem sincero, respondendo rápido e claramente às perguntas, sem nem pensar o motivo ou o que pensam sobre ele.
Tipo AB
É o indefinível. Mistura características dos tipos A e B, pois usa tanto a parte do cérebro destinada ao tipo A, quanto a destinada ao tipo B, mas nunca simultaneamente e nem com controle disso. Por isso, pode fazer coisas que, para os outros, pode parecer sem sentido, simplesmente porque mudou a área que usa do cérebro. Mas, pelo contrário, pode ser muito adaptável, porque seu cérebro está sempre cem por cento ativo e incansável. Costuma ter idéias e fazer coisas que as outras pessoas nem imaginam. É a personalidade mais completa, mas, ao mesmo tempo, mais confusa. O tipo AB costuma parecer sempre sorridente. São sensíveis e carinhosos, porém, muitas vezes, isso é só imagem. Se distancia de provas de força.
Em entrevista, o tipo AB se mostrou disperso. Uma pergunta podia culminar numa longa resposta, muito provavelmente saindo do assunto. Também mostrou que não costuma dar respostas óbvias, muitas vezes saindo com idéias criativas.
Não podemos esquecer que o AB tem idéias que os outros não costumam ter, sejam elas geniais ou simplesmente estranhas.
Tipo O
É o indefinido. Tem dificuldades em escolher qualquer coisa e é dependente por natureza. É o tipo que mais dá certo com o tipo B, porque precisa de alguém que o puxe pelo braço e tome decisões rápidas. Mas, pelo contrário, não é um fraco. Costuma ter uma vitalidade invejável. E após definir um objetivo, não retrai. Mostra seus sentimentos de forma direta. Sabe se aproveitar do que tem e fica bem nas sombras dos outros. É bem volúvel e pode se deixar levar fácil, mas, se for convencido, é o tipo mais fiel. Pode não gostar de aparecer muito, mas para apoiar os outros, é o tipo mais certo. Também é muito realista, apesar de também ser romântico. Sua personalidade não é muito visível à primeira vista, porque, em geral, costuma se adaptar às pessoas mais próximas. Tem aversão por testes de inteligência, não por ser burro. Faz amizades com facilidade e tenta manter todos por perto. Em entrevista, demorou para responder, mas é muito objetivo.
Relação entre os tipso sangüíneos:
A x B ? O tipo A detesta a personalidade destrutiva e irresponsável do B.
B x A ? O tipo B detesta gente certinha e sem malícia.
A x AB / B x AB / O x AB ? Depende da situação e da tendência do AB. Mas tem os tipos que dão certo com todo mundo e o contrário.
O x A / O x AB / O x B ? O tipo O se dá bem com qualquer um, porque é submisso e real.
A x A ? Se dão que é uma beleza. Se deixar, fica um elogiando o outro o dia todo.
B x B ? Não se bicam. Personalidades muito fortes sempre se atritam.
AB x AB ? Nunca se sabe. Pode dar certo. Ou não.
O x O ? Pode dar certo, mas tem mais chance de dar errado. Não porque se mereçam, mas porque nem um nem outro vai se mexer. E uma hora, aparece o B...
Girando o disco, resultado dos últimos testes que fiz:
-> os testes são do iGirl, ou seja, voltados para mulheres, então eu faço tentando imaginar como se as perguntas fossem para homens, mudando algumas coisas.

-> Ahhh, não sei não, heim? Na segunda metade da novela eu desgostei legal dela. Mas tenho uns pensamentos que batem com os dela.

-> Sou mesmo! XD Desde que isso não vá contra meus princípios.

-> É verdade...
Raios de Sol!!
10 de Março de 2007 às
22:05
The delphin's cry.
Não sou sua cabeça, mas sou seu guia?
-> quem gostaria de ter um guia como eu?
->-> só você mesmo... Rsss
Calor... Globo. A Globo me irrita com o BBB. Não, não odeio o programa como dizem esses milhares de pseudo-intelectuais. Eu acho interessante até, não fosse a manipulação global, que está com tudo E MAIS UM POUCO.
É fato que o Bial não é mais o apresentador imparcial que deveria ser. É fato que o Brasil adotou a pata-Siri e o bode-Alemão. Ah, eu me pergunto a opinião de quem tem o pay-per-view. Porque é a opinião deles, que não sofrem tanto com a edição global (apesar de também não poder dizer que eles estejam a salvo disso), que conta para mim. Eles (nós, porque acabo acompanhando o andar pelo pay-per-view alheio) sim sabem o que se passa na "nave BBB" (expressão que, por sinal, acho péssima). Se a votação fosse apenas para os assinantes do pay-per-view o Alemão não teria grandes chances...
Todos sabem que sou seu amigo, todos sabem que sou seu homem!
Ontem, eu, Zé e Kawo, já entorpecidos por papos, omelete e neopets (isto só eu! :P), tivemos um graaaaande ataque de riso com isso! \o/
É só isso pra postar! Coloquei tudo pra fora! (isso que dá ser magro! XD) Vou continuar aqui esperando a visita de amanhã e ouvindo histórias divertidas e... bizarras. ;)
Abraços/beijos e...
Raios de Sol!!
8 de Março de 2007 às
01:37
Against that piece of my heart.
O tempo passa, mas... Será que o tempo é mais poderoso do que eu?
-> não.
Não sei de onde, quando e nem mesmo de quem eu ouvi, mas tomei como verdade que o tempo se encarregaria de certas pendências. (...) A pior coisa é você estar preso a alguém por um relacionamento já ínfimo. E justamente por ser tão... menor... que incomoda. Porque se fosse o mesmo de antes... Bom, não poderia mais ser o mesmo de antes.
Eu já me senti assim em relação a algumas pessoas e sempre dei um basta à situação. Não gosto de reticências nos fins. Se é o fim que seja com um baita ponto final. Já marquei encontros com pessoas às quais me sentia "preso" só para encerrar qualquer dúvida de ambas as partes. Mas me pergunto agora se eu teria coragem de acabar de vez com o relacionamento com a pessoa que provavelmente mais me compreendeu em minha totalidade (ou próximo da totalidade), que possivelmente mais se preocupou comigo, que sofreu tanto por minha causa, que me fez sofrer tanto, que foi tão feliz por minha causa, que me fez tão feliz, que me traiu, que eu abandonei, que tentou me proteger com altos custos e que me protegeu, que eu tentei proteger e protegeria não importando os custos, que chorou, que me fez sorrir, que sorriu e me fez sorrir quando eu simplesmente... chorei. Será que meus princípios podem passar por cima dessa pessoa também? Será que eu conseguiria dar adeus para ela? E, se eu conseguir, o que será que eu não serei capaz de fazer? Lidando com meus sentimentos assim... Talvez essa seja a fronteira definitiva entre quem eu venho me tornando e quem eu já fui.
-> quem é essa pessoa? Isso é algo que eu vou deixar em aberto, pois é algo que só diz respeito a mim e à pessoa. Obrigado pela compreensão.
Os relacionamentos têm prazo de validade. Eu também tomei isso como verdade. Por mais que os sentimentos perdurem, os relacionamentos só duram enquanto alguém pode acrescentar algo a outro alguém. Depois que isso termina, o vazio toma conta... O relacionamento se torna supérfluo, desmotivado e até mesmo, pasmem, desnecessário. É algo duro de se dizer, mas é verdade (a minha verdade). Cada um de nós realiza feitos na vida das pessoas com quem nos relacionamos. Aprendemos, ensinamos... Mas isso não pode ser para sempre.
Acredito sim em amor eterno, mas não em relacionamento eterno. Uma hora acaba, nem que seja através da morte.
-> e ao afirmar tudo isso, estou considerando que um relaconamento que se modifica bruscamente ganhou uma nova vida e morreu enquanto o relacionamento tal qual era antes.
Mudando o disco... *diversão mode on*
Segunda-feira eu comi tanto! Rodízio bombou. Sério! Eu estava querendo compensar o rodízio da semana retrasada e comi MUITO! E tudo estava ótimo! E fui com Kawo, Guyo e D. :)
Já hoje fui ao shops ver Ghost Rider. O filme é legalzinho, uns 6.3 na minha escala (que acabo d einventar! lol) XD Atuações fracas, efeitos mais ou menos... Pelo menos eu comi muita pipoca, senti frio, me casei com a Vê, encontrei uma aluna de que gosto e... fui contente! ;)
-> também andei muito e desnecessariamente, mas não foi nada de mais. Ou pelo menos nada que eu não merecesse! :P Maldito 238! Sempre ele! ~_~ Rsss
->-> quem manda querer chegar na hora! XD~~
Abraços/beijos e...
Raios de Sol!!
5 de Março de 2007 às
03:25
Guloooooooso!
Resultado de testes (que o Omi me mandou)...
| Greed: | Medium
| |
| Gluttony: | Medium
| |
| Wrath: | Low
| |
| Sloth: | Medium
| |
| Envy: | Low
| |
| Lust: | Medium
| |
| Pride: | Medium
| |
The Seven Deadly Sins Quiz on 4degreez.com
The Dante's Inferno Test has sent you to the First Level of Hell - Limbo!
Here is how you matched up against all the levels:
Take the Dante Inferno Hell Test
Raios de Sol!!
3 de Março de 2007 às
05:21
Does anybody see the signs you've given?
Never had the heart to love this much
Never felt enough to call it hate
If you can let a thing screw you up
It's not too late
It's always so close
Then you pull it away
And anything goes
Then it goes astray
Is anybody listening to what I'm trying to feel
Is anybody feeling anything is real
Is anybody really gonna help me feel this only inside of you
->a banda é uma m... (o vocalista especialmente), mas na voz do Magni... Que voz! *_*
Eu sempre me perguntei se não deveria ter me esforçado mais em algusn aspectos. Agora eu sei que não. Sabe todo aquele tempo em que eu poderia ter estudado Física, Química, etc, etc, e que acabei usando para coisas tão fúteis? É engraçado, nunca achei tão fúteis esses estudos não feitos quanto estou achando agora. Nunca me senti tão bem por não fazer o estilo "estudioso" (estilo que sempre me atribuíram, por sinal).
Ele estudou todas essas coisas, que na prática servem em graaaaaande maioria apenas para o vestibular. Ele não passou no vestibular. Eu vivi tudo o que ele não pôde viver. E, ironicamente, passei no vestibular. "It's all love", como diria o Magni. Amor pela vida.
Raios de Sol!!
2 de Março de 2007 às
02:38
Eu sou frígido!
Nossa, eu fiquei um tempinho sem postar...
Agora à noite me lembrei de várias coisas: de postar, de encerrar o teste novo do PV, de pensar outros testes, de curtir um pouco mais o Ziegfried... Coisas relativamente fúteis, mas que me interessam.
-> e se me interessam, ao menos para mim, não são fúteis.
O link do teste se encontra aqui. Vou colocar agorinha uma foto do Zieg no Apolo's. Bom, chega de futilidades, então! ^_^
Existem ocasiões em que você não tem que tomar decisões, as decisões são tomadas por si próprias e só lhe cabe aceitar os fatos. Pode demorar semanas, meses, um ano!, mas você tem que enxergar. Tá, na verdade, "ter" não tem, mas... Você deve. Porque mais importante do que viver uma ilusão é ter o tempo e a chance necessários para lidar com a verdade. A princípio pode ser complicado. A verdade nem sempre é doce e fácil de digerir. Mas se a gente não colocar a verdade para dentro, o que colocaremos para fora?
Não sei, eu me sinto uma pessoa mais corajosa após os últimos acontecimentos. Talvez seja prepotência minha, mas eu sou uma pessoa de potência mesmo, de capacidades. E é por todas as minhas capacidades e pseudo-incapacidades que eu sou como sou. E, pode parecer repetitivo, me amo profundamente desse jeito. Como já disse aqui no YY (há muuuito tempo) é justamente por meus defeitos que eu vivo, é o Rafael todo errado que eu mais amo.
Talvez meu maior erro seja amar demais. Eu me apego, me abro e mergulho, não sou de criar muitos muros. Eu fico na minha, sou calado, também sou falante e amo isso, amo as pessoas e sou muito amado, sou dos melhores amantes e sou frígido se for conveniente. Não deixo que me usem para intenções que não sejam minhas, mas me uso e uso com facilidade. E me cuido e cuido dos outros. E vasculho atrás de pontos-fracos. E derrubo, e destruo, sem me envolver. Eu fico na minha.
Talvez, pensando sobre mim, algo que me caracterize... é o fato de eu amar demais. Pode ser a maior das qualidades ou o maior dos defeitos, depende do ponto de vista, mas de certo é muito invejado.
Decididamente eu sou uma pessoa de sorte. Percebe-se pelas pessoas que eu amo e que me amam.
-> claro, elas também são pessoas de sorte.
Abraços/beijos e...
Raios de Sol!!