sábado, 27 de junho de 2009 às 02:54

Saint Seiya – A Saga Guarani (fic, cap. 2)


Saint Seiya – A Saga Guarani
Capítulo 2 – Os sete monstros lendários



cap02



Poucos dias atrás, sentinelas avistaram dois estranhos se aproximarem calmamente do portão principal do Santuário de Atena. Ambos vestiam túnicas brancas com detalhes dourados que brilhavam intensamente sob a claridade natural de um meio-dia típico do verão do mediterrâneo.
– Quem são vocês? – um dos guardas perguntou, colocando a mão direita acima dos olhos para poder enxergar melhor os dois homens que vinham.
Os visitantes pararam, se entreolharam e, em seguida, retiraram o capuz que lhes cobria as faces. Sua pele era bem bronzeada, com um tom rubro acentuado, o cabelo extremamente preto e liso e os olhos cor-de-mel, reluzindo como verdadeiras labaredas acesas pelo sol escaldante, guardavam em seu interior uma preocupação perceptível.
– Sou Marangatu e este comigo é meu irmão e conselheiro, Tumé Arandu. Estamos aqui em visita emergencial à deusa Atena. Ela já foi informada sobre a nossa vinda – o mais alto dos homens falou com sua voz grave e violenta. Seu corpo era atlético, as grandes mãos calejadas. Não parecia passar dos trinta anos, em oposição ao seu companheiro, que certamente já estava além dos cinquenta.
Consideradas as devidas medidas de segurança, não tardou muito para que os visitantes finalmente tivessem acesso à presença de Atena.
Ao entrarem no salão de reuniões do Santuário, Marangatu e Tumé Arandu abaixaram-se, em sinal de respeito à Atena, que lhes esperava do outro lado do vasto cômodo. A deusa, até então sentada em uma espécie de trono feito de marfim e incrustado com diversas pedras preciosas, entre as quais se destacavam, em grande número, belas ametistas, levantou-se e retribuiu o gesto de reverência. Ao lado da deusa estavam em pé, à esquerda, um rapaz de longo cabelo negro, olhar esguio e corpo bem trabalhado dentro de uma roupa tipicamente oriental, e, à direita, uma moça usando máscara prateada, com cabelo castanho-avermelhado batendo nos ombros, o corpo delicadamente musculoso e extremamente sensual.
– Sejam bem-vindos. Por favor, sentem-se, a conversa será longa – Saori falou com a voz apreensiva.
Ambos os visitantes acomodaram-se nas duas cadeiras que estavam devidamente colocadas diante da reencarnação de Atena.
– É verdade, deusa, a história não é breve e precisa ser muito bem explicada. Mas, para que tudo fique muito claro, meu irmão é quem a contará – Marangatu disse, passando a palavra para Tumé Arandu, que concordou com a cabeça.
– Fico muito contente por retornar ao Santuário e reencontrá-la nesta vida, Atena. Infelizmente, a ocasião não nos permite qualquer celebração – Tumé Arandu disse, começando seu discurso. Sua voz era como a do farfalhar das árvores ao vento de outono: sibilante e áspera. – Bom, a história nos remeterá a um passado muito distante do povo guarani.
“Há muito tempo, durante a era mitológica, os deuses guaranis criaram os dois humanos originais, Rupave e Sypave. Estes viriam a ser conhecidos, respectivamente, como ‘Pai dos povos’ e ‘Mãe dos povos’, uma vez que sua união é a fonte da qual o rio da humanidade e todos os seus afluentes brotaram. Rupave e Sypave tiveram diversas filhas e apenas três filhos homens: eu, o mais velho, que me tornei um sábio e profeta (neste momento, Marangatu interrompeu seu irmão, afirmando que Tumé Arandu era o maior sábio e maior profeta do povo guarani); Marangatu, nosso grande líder, ou, como chamamos, mburovixá; e, por fim, Japeusa, um mísero trapaceiro que enganava a todos e que pôs fim à própria vida.
Marangatu nos chefiava com nobreza e generosidade, um líder consciente que sempre era o primeiro a entrar no campo de batalha, disposto a dar a vida pelo seu povo. Porém, certa vez, após uma série de consecutivas e esmagadoras vitórias sobre criaturas das mais variadas espécies e tribos de todas as terras, Marangatu ganhou uma legião de seguidores que rivalizava, em quantidade e respeito, aos adoradores de grandes divindades do panteão guarani. Quando os deuses perceberam este fato, reuniram-se nos céus para debaterem sobre qual atitude deveriam tomar. A decisão, quase unânime, foi a de que deveriam punir Marangatu como exemplo, embora até mesmo eles o admirassem.
Os deuses enviaram, então, o guerreiro Pirarucu para assassinar meu irmão, mas este não se deixou abater e eles iniciaram um combate sem precedentes. Ainda que Marangatu se mostrasse superior ao seu algoz em combate, a luta parecia que não teria fim, pois a resistência de Pirarucu fazia jus à toda a sua fama.
Kerana, minha sobrinha, desesperada com a situação, rogou aos deuses que poupassem a vida de seu pai. Ciente de que ela era muito menos importante para seu povo do que Marangatu, ofereceu-se em troca da vida de seu pai. As divindades discordaram a princípio, mas foram convencidos por Tau, a personificação de todo o mal, de que essa seria uma punição ainda mais vexatória para Marangatu, afinal, teria a vida salva por sua filha, que se sacrificaria por ele.
Sem que Marangatu soubesse, Kerana foi retirada da tribo e levada à morada dos deuses. Deveria ser morta por Tau, mas este fugiu levando-a consigo e a desposou, tendo com ela sete filhos monstruosos, que mais tarde ficaram conhecidos como ‘os sete monstros lendários’, criaturas selvagens e adoradoras de tudo o que há de mais perverso sobre a Terra.
Quando atingiram certa idade, esses monstros quiseram devastar e dominar o mundo e, por uma razão moral, coube a Marangatu a difícil missão de impedir seus próprios netos. Com a ajuda de diversas tribos, que enviaram seus mais valentes guerreiros, e dos deuses, que queriam se vingar de Tau por tê-los enganado, após uma longa e sangrenta batalha, as almas dos filhos de Kerana foram seladas e guardadas em uma arca, que foi jogada no rio Amazonas. Para o último confronto, contra o pai dos monstros, foram enviadas quatro divindades que, lideradas por Marangatu, conseguiram aprisionar o espírito de Tau.
Meu irmão pensou que finalmente tudo estava bem, mas ao se encontrar com Kerana descobriu que ela estava extremamente furiosa com o cárcere do marido e com o desaparecimento de seus filhos. Enquanto Kerana vagou pela floresta atrás deles, Marangatu voltou sozinho para a tribo, onde voltou a governar em paz, apesar da silenciosa dor em seu peito.”
– Esse é o melhor resumo que poderia imaginar, meu irmão. Agradeço por sua sabedoria – Marangatu disse, tocando o ombro de Tumé Arandu. Virou-se, então para Atena e seus dois acompanhantes – Desde então, eu, meus irmãos e Kerana seguimos reencarnando com grande frequência, esperando pelo inevitável momento em que os meus netos se libertariam e uma grande guerra voltasse a ocorrer. E agora, que o selo que prendia aqueles sete monstros perdeu seu poder, minha filha planeja trazer novamente Tau ao nosso mundo para que juntos dominem a Terra.
– O selo que os prendia perdeu seu poder?! Isso quer dizer que os sete monstros estão à solta?! – Shiryuu exclamou.
– Sim, cavaleiro. E para chegarmos até onde o espírito de Tau está preso, precisaremos enfrentá-los. Mas não há outra opção, pois Tau retornar ao mundo seria desastroso; as entidades guaranis remanescentes são poucas após tantas guerras, inclusive após as derrotas diante de Atena. E apenas eu e meu irmão não podemos impedir sozinhos o retorno da divindade. Precisamos da ajuda de vocês. Necessitamos de bravos e valorosos guerreiros que estejam dispostos a se arriscarem em prol do mundo e que possam nos ajudar a superar o poder dos sete monstros lendários.
– E você terá tais guerreiros à sua disposição, Marangatu. Percebo claramente que não é do tipo de homem que não enfrenta as adversidades da vida. Dado o histórico de conflitos entre o Santuário e o povo guarani, sei, acredito realmente, que se você está aqui hoje pedindo a nossa ajuda certamente é porque está colocando os interesses da humanidade acima de suas próprias motivações e isso é realmente muito nobre de sua parte. Entendo claramente porque foi tão exaltado por sua grande capacidade de liderança em tempos remotos – Atena falou, sua voz ia enchendo de esperança o coração de Tumé Arandu e de seu irmão. – Shiryuu, meu fiel escudeiro, e Marin, que lidera os soldados do Santuário, comecem os preparativos para esta longa viagem à Amazônia.


De volta ao presente...
O machado evocado por Japeusa segue rasgando o solo em direção a Hyouga até que, inesperadamente, uma rajada de cosmo altera a rota da grande arma. O golpe do invasor do Santuário fatia uma coluna da casa de Áries e logo depois é contido pela parede reforçada do templo, causando ainda uma explosão nela. Hyouga, cuja visão começa a se recuperar do clarão do golpe do inimigo, e Japeusa estão espantados.
– Esse golpe... que foi?! Aí quem está?! Meteoros ser pareciam... – Japeusa questiona, os olhos arregalado em direção à origem do ataque, no lado oposto ao templo de Áries.



(fim do cap. 2)



Obs 1: enfim, será um capítulo por sábado, pelo menos. Comentários e críticas serão MUITO bem-vindos!! Ah, sobre a ortografia, eu ainda estou me adaptando à nova ortografia brasileira, então creio que o texto estará como eu: em transição entre a antiga ortografia e a atual. :D Hmmm... Acho que é isso! :D Obrigado!
Obs 2: agradeço profundamente a, em ordem alfabética: Caio, Faber, Iara, Jorge, Onçana, Pedro, Thiago e Thiago (sim, outro), pela enorme força e crítica que me ajudaram tanto! :D
Obs 3: "Saint Seiya – A Saga Guarani" é um fanfic, ou seja, é baseado em personagens/séries já existentes. No caso, a série e personagens de ponto de partida é Saint Seiya, criação de Masami Kurumada.

Raios de Sol!!
Schuabb *Apolo(Douko)*





sábado, 20 de junho de 2009 às 01:04

Saint Seiya – A Saga Guarani (fic, cap. 1)


Saint Seiya – A Saga Guarani
Capítulo 1 – A invasão do Santuário


cap01


Atenas, Grécia. O dia está apenas começando e os raios de sol ainda são escassos quando aquele homem de grandes proporções, aproveitando-se da troca de turno dos guardas do portão secundário, consegue entrar às escondidas no Santuário de Atena. Procurando pelo pavilhão de hóspedes, ele vê ao longe o monte encimado pelo templo principal, onde a própria deusa Atena, reencarnada agora no corpo da jovem Saori Kido, reside. A enorme estátua da divindade, ao lado do seu templo, torna muito óbvia sua identificação, o que leva o invasor a acreditar que Atena não seja alguém muito prudente – talvez por não temer um ataque súbito, já que está rodeada por guerreiros que dariam a vida para protegê-la, ele supõe. “Uma imbecil”, pensa enquanto contém seu riso, lembrando que ela poderá lhe ser útil, seja como refém, para alguma eventual necessidade, seja como mais um cadáver para sua lista de vítimas.
Sempre de forma furtiva, mas movendo-se em alta velocidade, o homem parte rumo ao templo de Atena. O silêncio no Santuário é quase absoluto, sendo interrompido apenas pelo zunir de ventanias ocasionais e qualquer som mais aguçado poderá chamar a atenção dos soldados. Não muito tempo depois, ele se depara com um enorme templo grego aos pés do monte. Vacila por um instante, lembrando-se das histórias que ouviu a respeito dos doze poderosos guardiões dos templos que protegem o caminho até os aposentos de Atena. Sorri, debochando de si mesmo em pensamento: “Temer por quê? Sob a terra apodrecendo estão!”.
Não há muito tempo todos os cavaleiros de ouro restantes morreram na guerra contra Hades. Morreram, mas não foram mortos: sacrificaram-se para que outros guerreiros pudessem ir até onde Atena estava aprisionada: Seiya, Shiryuu, Shun, Hyouga e Ikki, os cinco cavaleiros de bronze que se tornaram lendas vivas ao salvarem a Terra e voltarem do mundo dos mortos com Atena. Seiya de Pégaso, o cavalo alado e selvagem, o cavaleiro que teimava em não ser derrotado, ele sim poderia ser uma preocupação para o invasor do Santuário. Mas não o é. Seiya encontra-se em uma espécie de coma induzido pela espada de Hades. O homem ri novamente de forma abafada ao se lembrar disso e o riso emenda em um tremer de dentes por causa do frio súbito que sente. Percebe, então, um cosmo pulsando firme vindo de trás de si. Vira-se rapidamente, já preparando um ataque, mas antes que possa ver quem o está ameaçando, é atingido por uma rajada intensa de cosmo gelado que o derruba no chão.
– Quem é você que invade o Santuário de Atena? – o jovem cavaleiro pergunta com seus olhos azuis brilhando friamente em alerta, os braços preparados para atacar novamente. – Achou mesmo que poderia entrar aqui sem que ninguém o visse? Recebi o alerta das sentinelas e vim pessoalmente interromper seu progresso.
– Sou eu quem? De longe um amigo. Alguém que do outro lado do mundo uma visita à Atena veio fazer – diz enquanto se levanta, a cerca de oito metros do cavaleiro.
– Deveria ter se anunciado na entrada do Santuário, como todas as visitas fazem. Peço que retire seu manto para que eu possa ver seu rosto claramente e também para que possa me certificar de que está desarmado.
O corpo do invasor está completamente coberto por um longo manto marrom-escuro cujo capuz recobre inclusive boa parte seu rosto, até pouco abaixo do nariz. Pode-se perceber que sua pele é bem morena, embora apenas seu pescoço, queixo e boca estejam à mostra. E esta última novamente se abre:
– Cavaleiro jovem é. Do frio um manipulador...
– Repito que ti...
– Cisne! De bronze, o Cisne você deve ser! Dos guaranis, Japeusa sou eu. Dos hóspedes de Atena irmão – conclui sorridente, cortando a fala do cavaleiro.
– Então, diz que é irmão dos hóspedes de Atena? De qualquer forma precisarei confirmar isso – o Cisne fala, mantendo seu olhar questionador e a mesma distância entre ambos.
– Não precisa cavaleiro se preocupar com isso. Em lhe culpar quando pensarem, já estará morto. E ninguém os mortos culpa, da terra pelo menos da qual venho. Isto observe: Auçá Gi (Machado do Caranguejo)! – ele brada, ao que suas mãos, que agora estão à mostra pela abertura frontal do manto, são envoltas por um cosmo denso que, gradativamente, se materializa em forma de machado em cada uma das duas. – Em dúvida se o mataria por um momento fiquei. Mas sua armadura branca imaginei com sangue bela como ficará. Sangue púrpura...
– E você acredita mesmo que poderá me derrotar com machados?! Não me subestime! Eles não conseguirão transpor minha armadura. Serão congelados antes! – o cavaleiro grita, sem parecer ter se impressionado com a manifestação do cosmo de seu oponente. – Aliás, você inteiro será congelado! Diamond Dust (Pó de Diamante)!!
Japeusa começa a girar os machados à sua frente e assim cria uma eficaz barreira para o golpe. O Diamond Dust (Pó de Diamante) é refletido contra o próprio cavaleiro de Cisne, que rapidamente salta à esquerda para escapar do contra-ataque.
– Lento ataque seu esse é muito! Por você atingido para não ser, meus machados basta mover à velocidade da luz. Fácil pra mim isso é! – zomba do cavaleiro de Atena.
– Ora, seu... – o guerreiro de Atena esbraveja, enquanto começa a elevar seu cosmo. – Eu sou Hyouga de Cisne e lhe garanto que não viu nem um décimo do meu poder! Então, pare de se gabar por tão pouco! – ergue seu dedo indicador em direção a Japeusa e exclama – Kalitso (Círculo de Gelo)!
Neste momento, Japeusa se vê envolto por círculos de cristais de gelo. Tenta se mover em vão; está completamente paralisado pela técnica do Cisne.
– Maldição! Com apenas um dedo como você... – o invasor exclama, perplexo.
– Cale-se! Já que não quis revelar seu rosto por bem, decidi fazê-lo eu mesmo – Hyouga fala, deixando transparecer um leve sorriso no canto da boca.
Um pulso do cosmo do cavaleiro intensifica os cristais de gelo ao redor de Japeusa de modo que o manto deste é instantaneamente congelado. Outro pulso e o manto trinca e se desfaz em incontáveis pedaços, revelando o corpo musculoso do invasor, agora vestindo apenas uma túnica plúmbea.
– Você está sem armadura! Como invade o Santuário assim!? É arrogante ou idiota!?
– Arrogante? É você arrogante, Cisne, por achar, para derrotá-lo, que eu preciso de armadura! – Japeusa começa a girar os machados à sua frente mais uma vez, intensificando seu cosmo ocre. – Mortalmente agora o atacarei! Auçá Giguaçu (Grande Machado do Caranguejo)!
Nesse instante, o invasor abre os braços e uma saliência no cosmo começa a se expandir a partir do meio do seu peito, tomando a forma de um imenso machado que em segundos se materializa. Hyouga percebe a grande quantidade de poder que seu rival está manifestando, eleva seu cosmo e prepara-se para atacar também. Porém, de repente o machado, que flutua no ar em frente à Japeusa, emite um intenso clarão que cega momentaneamente o Cisne. A seguir, a arma voa rapidamente em sua direção, deixando sob si uma enorme fenda no solo.



(fim do cap. 1)



Obs 1: bom, a princípio vou postar dois capítulos por semana, um no sábado e um na quinta-feira. Comentários e críticas serão MUITO bem-vindos!! Ah, sobre a ortografia, eu ainda estou me adaptando à nova ortografia brasileira, então creio que o texto estará como eu: em transição entre a antiga ortografia e a atual. :D Hmmm... Acho que é isso! :D Obrigado!
Obs 2: o Japeusa é um ente da mitologia guarani que falaria as coisas ao contrário e enganaria pessoas. Não o coloquei pra falar ao contrário porque seria muito complicado. :P Então, o adaptei a um yodês da vida.
Obs 3: "Saint Seiya – A Saga Guarani" é um fanfic, ou seja, é baseado em personagens/séries já existentes. No caso, a série e personagens de ponto de partida é Saint Seiya, criação de Masami Kurumada.

Raios de Sol!!
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PERFIL

Básicos:
- Nome: Rafael Schuabb (...)
- Também conhecido por: Schuabb, Apolo, Douko, entre outros!
- Nasci em 26/07/1985 (idade? Façam as contas, oras! Só sei que aparento ter menos... :P)
- Leonino típico, com ascendente em sagitário e uma lua em escorpião que me leva à loucura às vezes... Rsss
- Moro na Cidade Maravilhosa (ainda maravilhosa sim!)
- Curso Letras Português/Japonês na UERJ / Trabalho como avaliador de palavras cruzadas das revistas Coquetel.

Preferências:
- Cores: vermelho e a dupla branco e preto.
- Animais: felinos em geral, especialmente gatos, arminhos e leões. Mas curto animais em geral, excluindo-se insetos voadores! :P
- Países que gostaria de conhecer (mas antes gostaria de conhecer mais o Brasil): Áustria, Canadá, Japão, Rússia e San Marino.
- Tipo de música: um pouco de tudo! É, de TUDO mesmo! ^^
- Músicas que me dizem muito: La soledad, Velvet underworld, It's all coming back to me now.
- Bandas/cantores preferidos: Céline Dion, Laura Pausini, Leoni, Marisa Monte, Weiß, Zayra Alvarez, etc.
- Filmes preferidos: Batman(nova franquia), O casamento do meu melhor amigo, Homem-aranha (1 e 2), As horas, O rei leão, etc.
- Mangás/animês preferidos: Weiß Kreuz, Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco), Yuu Yuu Hakusho, Versailles no bara (Rosa de Versalhes), Rurouni Kenshin (Samurai X), etc.
- Personagens preferidos de mangás/animes: Aiolia, Albafica, Douko, Hotohori, Kurama, Milo, Oscar Jarjeyes, Shiryuu, Shun, Soujirou Seta, Sumeragi Subaru.
- Personagens preferidos de comics: Aranha Escarlate, Batman, Homem-Aranha, Lanterna Verde (Hal), Noturno, Raio Negro (Blackagar Boltagon), Robin (Tim Drake), Surfista Prateado, Tákion, X-Man (Nate Grey), etc.

Outros:
- Eu me definiria por: decidido, sincero, dedicado, sensível, forte, animado, sexy (uia!), rígido, carismático, complicado e calmo.
- Coleciono: basicamente cloth myths (miniaturas de cavaleiros do Zodíado) e outras miniaturas e mangás/animês, mas também chaveiros, bolinhas quicantes (old school¹), cartões telefônicos (old school²), etc.
- Curto muito: escrever, desenhar, ler, mangás/animês, cultura/língua japonesa, culturas em geral, mitologias em geral, música, Sol (o astro, não calor), chuva, vento, frio;
- Não curto nem um pouco: que fiquem olhando para a tela do computador enquanto uso, que me atrapalhem quando estou ouvindo e cantando uma música, falta de educação, estagnação, insegurança, exibicionismo e aquelas coisas clichês, como falsidade, etc.

Resultados em testes:
01) Quem você é em Saint Seiya? (cavaleiros de bronze)(v.1) - Eu sou o Shiryuu.
02) Quem você é em fruits Basket? - Eu sou a Akito.
03) Que deus grego você é? - Eu sou o Apolo.
04) Qual é o seu elemento? - O meu é a luz.
05) Quem você é no PV? - Eu sou o Schuabb.
06) O que o Orkut diz sobre você? - Que eu sou tímido.
07) Quem é você em Rebelde? - Eu sou a Lupita Fernandéz.
08) Você é sexy? - Sexy chique.
09) Você manda bem na arte da paquera? - Mando muito bem.
10) Quem é você no BBB6? - Eu sou o Rafael.
11) Que rótulo idiota te define como pessoa? - "Nerd".
12) Que acessório sexual você é? - Eu sou o lubrificante.
13) Qual religião é a certa para você? - O Budismo.
14) Que personagem de Battle Royale você é? - Eu sou o Shogo Kawada.
15) Que personagem de Battle Royale você é (again)? - Eu sou o Hiroki Sugimura.
16) Que personagem de Battle Royale você é (double again)? - Eu sou o Hiroki Sugimura.
17) Quem é você na Liga da Justiça? (versão Melhores do Mundo) - Eu sou o Batman.
18) Quem é você em Saint Seiya? (cavaleiros de bronze)(v.2) - Eu sou o Shiryuu.
19) Que pecado capital é você? - Eu sou a gula.
20) Para qual parte do inferno de Dante você irá? - Irei para o nível 1, o Limbo.
21) Quem é você em "Páginas da vida"? - Eu sou a Olívia.
22) Que tipo de amiga você é? - Eu sou "melhor amiga".
23) Que tipo de garoto você curte? - Curto os descolados.
24) Qual o seu anel do poder? - O meu é o anel do amor (anel violeta).
25) Qual distúrbio psiquiátrico você tem maior propensão a desenvolver? - Obsessivo compulsivo.
26) Você nasceu para ser o quê? - Detetive.
27) Qual é a primeira coisa que as pessoas percebem em você - Minha risada.

Testes que criei!!
01) Quem é você em Saint Seiya? (cavaleiros de bronze) (v.1)
02) Quem é você no PV (Prédio dos Vagabundos)? (v.1)
03) Quem é você na Liga da Justiça? (versão Melhores do Mundo)
04) Quem é você em Saint Seiya? (cavaleiros de bronze) (v.2)
05) Quem é você em Saint Seiya? (cavaleiros de ouro)
06) Quem é você no PV (Prédio dos Vagabundos)? (v.2)

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